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Promoção Prorrogada 20/06/2019

 

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*As imagens são meramente ilustrativas

*Promoção válida até 20/06/2019 ou enquanto durarem os estoques.

 

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*as imagens são meramente ilustrativas.
*promoção válida enquanto durarem os estoques.

Em 2018, empresa já estava se preparando para o uso de fluidos refrigeradores inflamáveis.

Estar à frente das necessidades do mercado, que está em constante evolução, com um olhar atento à eficiência energética. Isto faz parte do DNA da Full Gauge Controls, fabricante de equipamentos para refrigeração, climatização, aquecimento solar e aquecimento.

Em 2018 a empresa já estava se preparando para o uso de fluidos refrigeradores inflamáveis, que tiveram sua legislação alterada este mês pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC, em inglês). A utilização permitida dos refrigerantes hidrocarbonetos – R-290 e R-600a – passa a ser de 500g, o que interfere positivamente na sua aplicação em sistemas de refrigeração de médio porte.

Por isso, a empresa avaliou com a UL, órgão internacional com mais de 120 anos de experiência em testes e inspeções, dez de seus controladores para serem empregados em tais condições.

Os produtos testados pela UL obtiveram seu uso validado, graças a características como o fato de terem circuitos protegidos, que garantem um acionamento seguro do compressor e isolam potenciais fontes de ignição.

Entre os controladores verificados estão: MT-512E 2HP, MT-512E Log e MT-512E Faston (que podem ser aplicados em balcões refrigerados, câmaras de resfriados, chopeiras, entre outros); MT-514E e MT-514E Faston (usados emconservadores de vacinas e balcões de resfriados ou congelados); TC-900E power, TC-900E Log e TC-900E 2HP (para câmaras, balcões de congelados e transporte frigorífico) e ainda MT-444E Fit e MT-444E Faston (utilizados em expositores de bebidas e balcões refrigerados).

Esta iniciativa internacional tem como objetivo fomentar os avanços no setor de refrigeração, sempre em concordância com as legislações climáticas vigentes. Um dos grandes benefícios desta mudança é que as substâncias naturais oferecem maior eficiência e menor impacto ambiental.

“O fluido refrigerante R-290 possui características termodinâmicas melhores que o R-22, que deve ter seu uso descontinuado em 2020. Isso significa que é preciso uma menor quantidade para obter a mesma capacidade de refrigeração, além de ter um impacto quase nulo para o aquecimento global”, pontua o engenheiro mecânico e consultor técnico de produto para o mercado externo da Full Gauge Controls, Felipe Accorsi.

Para ele, é importante ressaltar a necessidade de contar com equipamentos específicos para trabalharem com fluidos inflamáveis, bem como uma equipe de operadores com conhecimento técnico adequado. Assim, é possível garantir uma refrigeração mais eficiente e segura em todos os aspectos.

 

 

 

 

Fonte: Revista do Frio

 

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Unidade Condensadora para Túnel de Congelamento

 

Você sabe qual a função de uma unidade condensadora? Uma unidade condensadora é montada no lado de alta pressão de um sistema de refrigeração. É um conjunto que inclui um compressor, um condensador, um motor de ventilação, controles e uma base de montagem.

 

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Todo técnico refrigerista sabe que, para que um sistema de refrigeração seja bem instalado e tenha sua vida útil prolongada, o processo de vácuo é fundamental. Para que esse procedimento seja bem feito, você precisa saber escolher a bomba de vácuo ideal para você.

Sabemos, no entanto, que até os técnicos mais experientes podem ter dúvidas sobre o assunto. É por isso que a Eletrofrigor vai te ajudar com algumas dúvidas sobre o procedimento de vácuo e te ajudar a escolher a bomba de vácuo que mais de adequa às suas necessidades. Vamos lá?

Bomba de Vácuo da JB, um produto de referência no mercado de refrigeração.

 

Primeiramente, o vácuo é mesmo importante?

Dentro de um sistema de refrigeração podem haver diversos tipos de gases não condensáveis, umidade ou até mesmo água. Nesse sentido, realizar o processo de vácuo nada mais é do que baixar a pressão interna do aparelho até que todos os fluidos se transformem em gases e sejam, então, dispensados pela bomba de vácuo para fora do sistema de refrigeração.

Mas por que a presença desses fluidos dentro do sistema não é o ideal? Um aparelho onde o processo de vácuo não foi bem feito pode apresentar diversos problemas.

Para começar, o aparelho apresentará um rendimento insatisfatório. O que acontece porque os gases refrigerantes estarão dividindo o espaço com os outros fluidos e, então, não conseguirão desempenhar suas capacidades totais. Nesse caso, situação, partes internas do sistema – como o compressor –  serão forçadas a trabalhar mais do que deveriam, o que vai aumentar o consumo de energia.

Além disso, a umidade vai oxidar as partes metálicas internas. Com o tempo essa oxidação vai soltar pequenas partículas de ferrugem que podem danificar o sistema e entupir os filtros.

Ou seja, além de garantir que o aparelho vai funcionar melhor, o processo de vácuo também assegura que ele irá funcionar por mais tempo. Só assim você tem a certeza de fez um serviço bem feito e deixou seu cliente satisfeito.

Qual Bomba de Vácuo é perfeita para você?

 

Para que o processo de vácuo seja bem feito você precisa de boas ferramentas. Dentre elas, a bomba de vácuo é uma das mais importantes. Existem diversos tipos de bombas e cada uma delas pode ser usada para diferentes aplicações.

A Bomba de Vácuo Suryha é um equipamento que apresenta um dos melhores custo-benefício do mercado.

 

O tamanho do sistema e a velocidade com que se precisa que o vácuo seja gerado são fatores que devem ser priorizados no processo de escolha da sua bomba. Saiba agora os quais são os tipos disponíveis e decida qual é o ideal para sua rotina de trabalho.

Bomba Estágio Simples ou Duplo?

A diferença entre os dois tipos está basicamente na quantidade de câmaras de vácuo. A bomba de estágio simples possui apenas uma câmara, enquanto a bomba de estágio duplo, duas.

No dia a dia a diferença entre as duas é notável, principalmente no quesito velocidade de criação do vácuo. Sem dúvidas, a bomba de vácuo de duplo estágio é mais potente e alcança o vácuo profundo em menos tempo.

Essa simples diferença significa uma economia de tempo de até 30% no processo de vácuo para o refrigerista.

 

Qual o CFM Ideal para cada tipo de serviço?

O número do CFM – sigla que significa Pés Cúbicos por Minuto, em inglês – representa a quantidade de ar que a bomba é capaz de retirar do sistema por minuto.

Esse número não influencia na eficácia do aparelho e sim na sua velocidade. Os seguintes números de CFM são os mais populares disponíveis no mercado atualmente; 5 CFM, 7 CFM e 12 CFM. Confira abaixo as suas diferenças:

5 CFM são ideais para trabalhos em sistemas de refrigeração de pequeno porte, tais como frigobares, bebedouros e geladeiras domésticas.

7 CFM trabalham muito bem em sistemas de médio porte, tais como aparelhos de ar condicionado de até 9.000 BTUs.

12 CFM, as bombas mais potentes disponíveis no mercado, são designadas para realizar um vácuo rápido em sistemas de grande porte, como câmaras frigoríficas e aparelhos de refrigeração de até 60.000 BTUs.

Os aparelhos de 12 e 7 CFM podem ser também usados em sistemas de refrigeração de pequeno porte e alcançarão o vácuo muito mais rapidamente.

Como medir o vácuo no sistema?

Ao contrário do que alguns pensam, o vácuo não pode ser medido através do tempo de funcionamento da bomba. Para ter certeza de que o sistema está no nível de vácuo ideal é necessário o uso do vacuômetro.

Algumas bombas de vácuo, como as da Suryha, já vem com vacuômetro integrado. O item normalmente vem na versão analógica. O Vacuometro pode também ser adquirido separadamente em sua versão digital, que oferece medições precisas e rápidas.

Pronto para escolher sua Bomba de Vácuo?

A bomba de vácuo é uma ferramenta indispensável para todo técnico de refrigeração que se preocupa com a qualidade de seu serviço. Além de garantir um processo de vácuo perfeito, a bomba de vácuo vai economizar o tempo que você gasta nas instalações e manutenções de sistema de refrigeração.

Bomba de Vácuo Vulkan, uma boa opção para técnicos em início de carreira.

 

Agora que você leu nosso artigo sobre bombas de vácuo, que tal conferir as ofertas que a Jetfrio tem pra você?

 

 

 

Fonte: https://blog.eletrofrigor.com.br/

 

A cada dia, mais gente se muda de áreas rurais para urbanas.

As necessidades e comodidades da vida moderna nas cidades exigem o uso crescente da refrigeração, em residências e estabelecimentos comerciais. Isso abre inúmeras oportunidades para quem trabalha no setor.

Atualmente, mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas, o que equivale a quase 4 bilhões de pessoas. O número vem crescendo ano após ano. Na década de 1970, apenas uma em cada três pessoas no mundo morava em cidades. As demais residiam na zona rural. Um dos principais fatores para essa mudança foi a modernização da agricultura, que exige menos gente trabalhando no plantio, na colheita e em outras atividades ligadas à produção na terra.

Esse tema parece não ter a ver com o setor em que você atua? Entenda a ligação existente entre urbanização e aumento do uso da refrigeração.

O crescimento da população que vive nas cidades gera uma série de desafios. Basta pensar nas necessidades de moradia, transporte, energia e dos mais diversos serviços. “Gerir áreas urbanas tem se tornado um dos desafios mais importantes do século 21”, afirmou John Wilmoth, diretor da Divisão Populacional da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas ele vê aspectos positivos nessa tendência: “A concentração cada vez maior de pessoas nas cidades permitirá oferecer serviços a elas de forma mais econômica”.

Entre os principais desafios da urbanização crescente estão o abastecimento de alimentos e a sua conservação. É justamente aí que a refrigeração desempenha um papel fundamental.

A América Latina é um dos continentes com maior porcentagem de pessoas vivendo nas cidades. O Uruguai é o recordista, com 95% de população urbana. Argentina, Chile, Venezuela e Brasil também têm índices muito altos, superiores aos de países europeus.  Os menores índices estão na América Central e no Caribe (ver quadro abaixo), mas a tendência é de crescimento gradual e constante.

Além de grandes metrópoles com vários milhões de habitantes, como Cidade do México, São Paulo, Lima, Bogotá, Buenos Aires, Santiago, Rio de Janeiro e Caracas, a região conta com uma expressiva quantidade de cidades com mais de 500 mil habitantes. Só no Brasil, são cerca de 40.

Esse processo de concentração de pessoas nas zonas urbanas, chamado de urbanização, provoca diversas mudanças no estilo de vida das pessoas. E é aí que o seu impacto na refrigeração se sente com mais força.

Nas cidades de maior porte, essas transformações são maiores.  Especialmente porque muitas delas cresceram rápido demais, sem que tivessem construído uma infraestrutura adequada.

Um dos problemas enfrentados por quem vive nessas cidades maiores é o trânsito complicado, o que se agrava pela precariedade e insuficiência dos sistemas de transporte público. Juntamente com a distância entre locais de moradia e de trabalho, isso faz com que boa parte dos habitantes dessas cidades tenha de comer fora de casa.

Em consequência dessa situação, as cidades precisam ter mais estabelecimentos dedicados aos serviços de alimentação: restaurantes, lanchonetes, padarias, bares etc. Todos eles, naturalmente, utilizam equipamentos de refrigeração e dependem deles para armazenar alimentos e oferecer bebidas geladas, sorvetes e outros produtos.

Vista aérea da cidade de São Paulo: estilo de vida é diferente em áreas muito povoadas.

 

Deve ser destacado, ainda, que atualmente é comum ver pequenos estabelecimentos desse tipo não com apenas um, mas com vários freezers e refrigeradores de bebidas.

Além das refeições fora de casa, há os lanches rápidos ou simplesmente a busca por uma bebida ou petisco. Como as pessoas querem praticidade e não têm muito tempo disponível, equipamentos de refrigeração como esses – geralmente os mais compactos ou do tipo vending machines – também estão cada vez mais presentes em locais de comércio ou de serviços, que antes não tinham nenhuma ligação com a alimentação. É o caso de farmácias, livrarias, clínicas médicas, lojas de artigos esportivos e diversos outros. Isso resulta em mais oportunidades para todos os que atuam na área de refrigeração.

A vida mais corrida também reduz as possibilidades e o tempo para o preparo dos alimentos em casa. A resposta a isso é o aumento da oferta de pratos prontos, semiprontos e congelados pelo varejo. O número de estabelecimentos que vendem esses produtos, especialmente os super e hipermercados, é muito amplo – e todos eles têm de contar com uma boa quantidade e variedade de sistemas de refrigeração para conservá-los. Esse é outro variado leque de possibilidades de serviços que se abrem para técnicos, assim como para empresas que fornecem equipamentos e peças de reposição.

Pelos mesmos motivos, cresce o número de empresas dedicadas ao serviço de delivery de comida – que são outros clientes potenciais para serviços e produtos ligados à refrigeração.

Ligada a esses dois temas das dificuldades de mobilidade e da busca por comodidade, vem se intensificando recentemente uma mudança relacionada ao setor supermercadista – e já tratada em edições anteriores da revista. É o crescimento das chamadas lojas de bairro ou de vizinhança, de tamanho menor, que buscam atender à demanda do consumidor por comprar produtos perto de sua casa, economizando tempo, um elemento que é cada vez mais escasso na sociedade moderna.

A busca por conforto e pelo descanso em relação ao ritmo veloz da vida nas grandes cidades, somada à preocupação com a segurança, tem estimulado outra tendência importante: a vontade das pessoas de ficar cada vez mais em casa, em seus momentos de lazer.

Isso faz com que queiram ter, em suas residências, equipamentos e instalações que lhes permitam ter acesso ao que encontrariam em locais de lazer. Assim, cozinhas, varandas, salas e áreas externas recebem investimentos para torná-las mais adequadas para desfrutar de bons momentos, em geral associados à comida e à bebida.

Refeições fora de casa: um hábito dos moradores de grandes cidades.

 

Nesses casos, mais uma vez, a refrigeração ocupa papel de destaque. Isso porque, nessas residências, tornou-se comum a presença de adegas refrigeradas, refrigeradores de bebidas, máquinas de fazer gelo, chopeiras, assim como de refrigeradores que incorporam cada vez mais novos recursos e funções.

Miniaturização

Um desafio adicional que a vida nessas cidades traz para o setor de refrigeração é a tendência à diminuição das áreas das residências, que são mais compactas e exigem um aproveitamento melhor dos espaços. Isso significa que os refrigeradores também devem ter tamanhos menores e oferecer o máximo de espaço útil em seus interiores, além de disponibilizarem mais funções. É por isso que se fala cada vez mais em miniaturização.

Da mesma forma, com o crescimento da demanda por energia nas cidades, que é inevitável com mais gente vivendo nelas e com o crescente número de aparelhos elétricos exigidos pela vida moderna, aumenta a atenção de usuários e fabricantes em relação à questão da eficiência energética.

Cidadãos e estabelecimentos comerciais se preocupam com o custo da conta de luz e buscam soluções mais econômicas, ao mesmo tempo em que existem pressões por parte dos governos para estimular a inovação tecnológica que leve à maior eficiência.

Oportunidades

Como destacamos, todas essas mudanças trazem oportunidades para quem atua no setor. Para aproveitá-las é preciso, primeiramente, estar atento ao ambiente à sua volta, de forma a identificá-las rapidamente e sair à frente dos concorrentes. Juntamente com isso, é necessário estar preparado, com conhecimentos atualizados e uma estratégia definida para agir e conquistar novos clientes.

Se você ainda não despertou para essa nova realidade, a hora é agora!

Fonte: Clube da Refrigeração

Uso irregular de produtos sem garantia de origem e falta de manutenções preventivas em sistemas de refrigeração comercial agravam risco de surgimento de pontos de fuga.

Problema nem sempre perceptível no dia a dia, mas que causa prejuízos milionários ao setor supermercadista brasileiro, os vazamentos de fluidos refrigerantes dos equipamentos de refrigeração e climatização comerciais devem ser prevenidos por meio de manutenções periódicas.

A falta dessa cultura tem se mostrado nociva para o bolso e o meio ambiente. Afinal de contas, substâncias como o hidrocloro-fluorcarbono (HCFC) R-22 custam caro e afetam a camada de ozônio.

Para deixar esta situação mais crítica, infelizmente ainda existem instalações em que são usados fluidos refrigerantes sem comprovação de origem, porque são contratados refrigeristas despreocupados com a qualidade do serviço prestado.

Sem os devidos cuidados, o risco de acidentes também é agravado, uma vez que a exposição a produtos de qualidade duvidosa pode causar, por exemplo, queimaduras a frio e intoxicar profissionais do setor, funcionários dos estabelecimentos e clientes. Por essas e outras razões, o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) é imprescindível durante a manipulação deles.

Para assegurar que os sistemas de refrigeração estejam hermeticamente selados, os técnicos da área de manutenção devem sempre verificar o estado de seus componentes, especialmente os anéis de vedação, pois caso eles estejam mal posicionados ou gastos, poderão ocorrer vazamentos.

Segundo especialistas do setor, fluidos refrigerantes de má qualidade, como os com alta taxa de umidade ou presença de partículas sólidas, também danificam peças do sistema, tais como tubulações e compressores, favorecendo o surgimento de pontos de fuga.

Boas práticas, portanto, são indispensáveis. De acordo com estudos da Eluma, 70% dos vazamentos de fluidos refrigerantes ocorrem em função do flangeamento inadequado.

“Precisamos bater nessa tecla com os instaladores e capacitá-los para que não ocorram fugas nessas regiões”, diz o coordenador comercial da empresa, Sandro Roberto Navarro, lembrando que brasagem é outro ponto crítico.

“É primordial que seja inserido nitrogênio no tubo para realizar a brasagem, porque também já é de conhecimento que, realizando a brasagem no tubo sem ele, ocorrerá oxidação interna”, acrescenta.

Boas práticas

Segundo documentos técnicos do Programa Brasileiro de Eliminação de HCFCs (PBH), todo sistema HVAC-R pressurizado é suscetível a vazamentos, que acontecem devido às “falhas” que podem ocorrer em cada tipo de junção, seja em uma conexão do tipo flange, seja em uma conexão do tipo brasada.

O tamanho do vazamento pode variar de gramas por ano a quilogramas por segundo. Mesmo com a utilização de tecnologias de detecção mais avançadas (de maior sensibilidade), alguns vazamentos podem ser muito pequenos e de difícil detecção.

Se determinadas influências internas ou externas estiverem presentes em um sistema HVAC-R, devido à tensão térmica ou ambiental e também à vibração, será uma questão de tempo para que um vazamento de menor proporção atinja um maior nível até se tornar detectável.

Um sistema de refrigeração é considerado estanque se a taxa de vazamento admissível não for excedida – estes valores podem ser encontrados no regulamento F-gas, adotado pela União Europeia.

Por sinal, diversas leis e normas internacionais estão em vigor para conter, prevenir e reduzir as emissões de fluidos frigoríficos que destroem a camada de ozônio e/ou agravam o aquecimento global.

“No setor de HVAC-R, componentes e sistemas devem ser constantemente testados contra vazamentos, para garantir que estejam abaixo dos limites especificados”, enfatiza o Guia de Boas Práticas – Controle de Vazamento, do PBH.

“Se houver suspeita de vazamento em um sistema de HVAC-R, é recomendável verificar primeiramente os lugares com maiores chances de apresentarem vazamentos. Estes lugares podem ser diferentes de um sistema para outro, mas as experiências adquiridas têm mostrado que alguns pontos críticos devem ser nomeados. Predominantemente, levando em conta todas as fontes potencias de vazamento, as conexões mecânicas são identificadas como as mais críticas”, informa a publicação.

Tecnologias

Atualmente, existem no mercado diversas tecnologias para detecção e prevenção de vazamentos. Para localização exata dos pontos de fuga, um dos produtos mais recomendados são os contrastes fluorescentes.

“Quando o contraste é injetado ele se mistura ao óleo e circulará pelo sistema, sendo facilmente localizável com uma luz ultravioleta ou violeta. Essa tecnologia foi inventada pela empresa americana Spectroline em 1955, e hoje é utilizada no mundo inteiro. A segurança do produto é incontestável pelas certificações e liderança de mais de 70% do mercado americano, por exemplo”, afirma o diretor de operações da K11 Máxima Performance, Kiko Egydio.

sistema de refrigeraçãoContrastes fluorescentes facilitam detecção de vazamentos de fluidos refrigerantes
“No caso dos contrastes, cabe uma ressalva quanto à utilização de produtos de baixa qualidade, que, em sua maioria, possuem solventes na composição. Esses produtos baratinhos corroem e danificam os componentes do sistema de refrigeração ao longo do tempo”, alerta.

As outras formas de inspeção de vazamentos são testes de pressurização com nitrogênio – que apenas indicam se há vazamentos e estimam, sem grande precisão, a dimensão deles, além dos detectores eletrônicos – que não são precisos quanto ao ponto exato do vazamento, como os contrastes, e exigem cuidados especiais no manuseio, conservação e limpeza, uma vez que podem acusar resultados falsos por contaminação dos sensores, por exemplo.

“Outro método bastante utilizado são as famosas bolinhas de sabão, que é útil para pequenos locais e de fácil acesso, mas é totalmente inadequado para inspeções de grandes linhas”, informa.

Para tapar microvazamentos de fluidos refrigerantes, a K11 introduziu no País, um aditivo químico homônimo fabricado pela Spectroline, produto compatível com todos os fluidos sintéticos e lubrificantes usados hoje no mercado.

Todos os anos, o País importa cerca de 16 mil toneladas de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) e aproximadamente 10 mil toneladas de hidrofluorcarbonos (HFCs). Além de serem nocivas ao clima do planeta, ambas as substâncias são caras, por causa do preço atrelado ao dólar.

Atualmente, 70% desses refrigerantes importados pelo Brasil são usados em recargas de sistemas instalados, dado que expressa o volume absurdo de escapes para a atmosfera e dá uma boa noção acerca dos enormes prejuízos econômicos e ambientais vinculados a esse fato.

“A elevação dos preços dos fluidos refrigerantes nos últimos anos e a variação cambial no Brasil serão os grandes responsáveis pelo aumento da atenção para as boas práticas e a eliminação dos vazamentos”, prevê Egydio.

Contudo, segundo o Ministério do Meio Ambiente, a maioria dos prestadores de serviços da área não segue procedimentos padronizados de manutenção preventiva, considerando controle de fugas, aplicação de ferramentas de qualidade, documentação e monitoramento das atividades realizadas.

Detectores de gás aumentam segurança em plantas com amônia e CO2

A Danfoss lançou, recentemente, sua nova linha de detectores fixos de gás para aplicações de refrigeração industrial.

Segundo a empresa, os novos dispositivos de segurança não são apenas compatíveis e precisos, mas também muito mais fáceis e intuitivos de se trabalhar, desde a especificação inicial até a operação de longo prazo

“A nova geração de detectores de gás da Danfoss é baseada em uma plataforma digital que oferece múltiplas opções de comunicação e integração para melhorar a confiabilidade operacional, facilitar a calibração e os procedimentos de manutenção que permitem alta eficiência de serviço e conformidade normativa”, ressalta o comunicado distribuído à imprensa.

Além disso, a interface de usuário intuitiva fornece um alto nível de precisão para simplificar o manuseio do operador, minimizando os riscos operacionais, de configuração e de erro de calibração. O portfólio varia de modelos básicos aos modelos para uso em ambientes agressivos com tecnologia de sensores para atender aos requisitos específicos de refrigerante, aplicação e segurança do sistema de refrigeração.

A conexão analógica ou Modbus RS485 permite comunicação fácil com um sistema central. Unidades de detecção de gás autônomas com relés integrados estão disponíveis e podem ser conectadas diretamente a sistemas externos para ativar dispositivos de alarme.

Para fornecer uma solução plug and play robusta, todas as unidades de detecção de gás vêm pré-configuradas de fábrica para combinar com o refrigerante e a configuração típica de níveis de alarme necessária – dependendo das regulamentações, isso pode ser alterado localmente.

Para um processo de calibração mais simplificado, a nova linha de unidades de detecção de gás da Danfoss possui uma rotina de calibração integrada.

“A calibração de gás não requer mais potenciômetros e multímetros, simplificando significativamente o processo e reduzindo o tempo de calibração e o risco de erros. Substituições de sensores certificados pela fábrica e pré-calibrados estão disponíveis em todos os tipos de sensores para fácil manutenção”, informa a empresa.

Vários recursos de serviço suportam o planejamento de manutenção otimizado, como alertas de serviço – na unidade, no controlador ou em ambos – para indicar quando o serviço é necessário. A ferramenta dedicada “PC Service Tool” fornece uma visão geral de quando cada unidade de detecção de gás opera, além de gerar relatórios de calibração em campo para apoiar a documentação e os procedimentos de segurança.

O portfólio de detecção de gás da Danfoss atende às normas regulatórias EN 378:2016, ISO 5149:2014, IIAR 2-2017, e Ashrae 15:2016, fornecendo segurança abrangente e recursos fáceis de usar.

Fonte: Revista do Frio

Plano deve ser elaborado por engenheiros mecânicos e industriais, tendo como parâmetros de qualidade os referenciais da Anvisa e ABNT

 

Desde o dia 3 de julho, as vigilâncias sanitárias já podem multar os responsáveis por edifícios comerciais e industriais que não estiverem adequados à Lei 13.589/2018, mais conhecida como Lei do PMOC.

A nova legislação, que estava em vigor para novas edificações desde janeiro, exige a execução de um Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas e aparelhos de ar condicionado em edificações de uso público e coletivo, com o objetivo de eliminar ou minimizar riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

Os engenheiros mecânico e industrial são os únicos profissionais que podem planejar e assinar o PMOC, segundo o diretor institucional da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), Sérgio Helfensteller.

 

“A lei abrange praticamente todos os ambientes comerciais e industriais e entrou em vigor em janeiro, dando prazo de 180 dias para os edifícios existentes se adequarem”, ressalta.

“A multa para quem descumprir a Lei do PMOC pode variar de R$ 2 mil até R$ 1,5 milhão”, informa o engenheiro mecânico Gilsomar Gabriel da Silva, que ministrou, recentemente, curso sobre o tema na sede da Asbrav, em Porto Alegre.

“É importante destacar que a lei é válida para quem tem mais de 60 mil BTU/h instalados, o que é bem simples de encontrar, como empresas com quatro equipamentos de 12 mil BTU/h em suas dependências, por exemplo”, lembra.

Os sistemas de climatização e os respectivos planos de manutenção previstos na lei devem obedecer aos parâmetros de qualidade regulam

entados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“Estas legislações estabelecem os parâmetros de qualidade do ar, como temperatura ambiente, de conforto e umidade do ar, por exemplo”, diz o especialista.

“Imaginem uma sala pequena com quarenta pessoas e um sistema de climatização sem manutenção. Estas pessoas correriam o risco de contrair vírus e bactérias que circulam. A troca de ar com o ambiente externo é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar da população. Lembrando que passamos cerca de 80% do nosso tempo em ambientes fechados. Então, o PMOC acaba sendo uma questão de saúde pública”, explicou.

Segundo o engenheiro Arnaldo Lopes Parra, vice-presidente de comunicação e marketing da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), são inúmeras as doenças comprovadamente causadas pela má qualidade do ar, que podem estar associadas a sistemas com deficiência de manutenção, tais como pneumonia, dores de cabeça, gripes, rinites, asmas e bronquite.

“O SUS informa gastar cerca de R$ 1,4 bilhão por ano com o tratamento de pacientes com doenças respiratórias”, ressalta.

“Entendo que a aplicação desta Lei do PMOC é cultural e provocará uma mudança no comportamento dos usuários, que, com o tempo, perceberão os benefícios que um sistema de ar condicionado com boa manutenção pode proporcionar”, avalia.

Segundo ele, a Abrava recomenda a contratação de empresas que atendam aos requisitos necessários para efetivação do trabalho com profissionais qualificados e sob supervisão de um responsável técnico devidamente habilitado, conforme determinam o Confea e seus respectivos Creas.

“Existem diversos profissionais no mercado aptos a prestar o melhor serviço de consultoria sobre como se beneficiar com esta regulamentação. A ação positiva gera resultados imediatos”, salienta.

 

Fonte: Revista do Frio

Nos próximos 30 anos, 19 aparelhos de refrigeração e ar condicionado serão instalados a cada segundo, prevê estudo britânico | Foto: Nando Costa/Pauta Fotográfica

O número de aparelhos de refrigeração e ar condicionado deve quadruplicar – de 3,6 bilhões para 14 bilhões – nos próximos 30 anos, estima um relatório da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, salientando que a crescente demanda por equipamentos do gênero pode fazer com que o consumo mundial de energia seja cinco vezes maior até 2050.

Este novo estudo, intitulado A Cool World – Defining the Energy Conundrum (Um Mundo Fresco – Resolvendo o Dilema Energético, em tradução livre), tem a intenção de fornecer, pela primeira vez, uma indicação da escala das implicações energéticas de um cenário chamado de Refrigeração para Todos (Cooling for All, em inglês) pelos pesquisadores.

“Como sabemos, a refrigeração eficaz é essencial para preservar alimentos e remédios. Ela sustenta a indústria e o crescimento econômico, e é fundamental para a urbanização sustentável, além de fornecer uma via de escape da pobreza rural”, destaca o comunicado distribuído à imprensa.

Uma vez que áreas consideráveis do planeta devem sofrer aumentos de temperatura além do que o ser humano pode suportar, os sistemas de refrigeração e climatização tornarão o mundo cada vez mais tolerável – ou até seguro – para se viver.

“Milhões de pessoas morrem todos os anos por falta de acesso a tecnologias de refrigeração, seja por perdas de alimentos, vacinas estragadas ou impacto do calor severo”, lembra a chefe da organização não governamental Energia Sustentável para Todos (SEforALL, em inglês), Rachel Kyte.

Nos países em desenvolvimento, até 50% dos alimentos chegam a ser perdidos após a colheita, em função da ausência de sistemas de armazenagem e transporte frigorificados. Segundo cálculos da Organização Mundial de Saúde (OMS), 25% das vacinas líquidas são desperdiçadas anualmente, principalmente devido à quebra da cadeia do frio.

Responsável pelo objetivo das Nações Unidas de fornecer energia sustentável a todas as pessoas até 2030, Kyte salienta que “refrigeração para todos” não significa “colocar um ar-condicionado em todas as casas”, mas que são necessários “esforços urgentes para esclarecer as necessidades de refrigeração e desenvolver e testar novas soluções”.

Anualmente, as ondas de calor matam cerca de 12 mil pessoas em todo o mundo. Até 2050, as mortes ocasionadas por esse tipo de desastre climático poderão atingir 260 mil pessoas por ano, a menos que os governos – principalmente as cidades – se adaptem a essa ameaça agravada pelo aquecimento global, informa a OMS.

Produtividade e conforto térmico também estão inter-relacionados. Até 2050, projeta-se que as perdas de horas de trabalho em alguns países cheguem a 12% nas regiões mais afetadas da África subsaariana e da Ásia.

Metas climáticas

O estudo da universidade britânica afirma que, até 2050, se quisermos atingir as metas climáticas estipuladas no Acordo de Paris para limitar o aumento da temperatura global ao máximo de 2 ºC em relação aos níveis da era pré-industrial, o consumo total de energia para climatização e refrigeração deve ser limitado a 6,3 mil terawatts-hora (TWh) por ano.

Sem novas medidas além das capacidades tecnológicas atuais e ganhos de eficiência, o setor poderia responder por 19,6 mil TWh de consumo de energia por ano, frente ao gasto anual atual de 3,6 mil TWh. Mesmo com o advento de novas tecnologias, a necessidade anual de energia ainda seria de pelo menos 15,5 mil TWh.

“Se quisermos cumprir as metas climáticas é necessária uma nova visão sobre a refrigeração, reaproveitando o calor e o frio residuais e incorporando novas tecnologias e conectividade de dados, assim como o armazenamento de energia térmica, a fim de atender à demanda de modo mais eficiente”, revela o estudo.

“As projeções atuais [sobre o consumo de energia]não consideram um cenário de ‘Refrigeração para Todos’ e, assim, será impossível atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável [ODS] da ONU, bem como metas do Acordo de Paris. Se quisermos atender a uma dessas duas exigências, depender apenas da eficiência tecnológica e de energia limpa não será suficiente”, reforça o professor Toby Peters, um dos principais autores do relatório.

Peters também alerta que a principal pergunta que devemos nos fazer não é quanta energia precisamos gerar, mas sim que tipo de serviço precisamos e como podemos fornecê-lo da maneira menos nociva ao meio ambiente.

Além de outras possíveis medidas interessantes, o estudo sugere criar um modelo para fornecer refrigeração acessível para as comunidades rurais e urbanas com base nas necessidades locais, em vez de impor uma abordagem universal de “tamanho único”, por exemplo.

Fonte: Blog do frio