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Em 2018, empresa já estava se preparando para o uso de fluidos refrigeradores inflamáveis.

Estar à frente das necessidades do mercado, que está em constante evolução, com um olhar atento à eficiência energética. Isto faz parte do DNA da Full Gauge Controls, fabricante de equipamentos para refrigeração, climatização, aquecimento solar e aquecimento.

Em 2018 a empresa já estava se preparando para o uso de fluidos refrigeradores inflamáveis, que tiveram sua legislação alterada este mês pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC, em inglês). A utilização permitida dos refrigerantes hidrocarbonetos – R-290 e R-600a – passa a ser de 500g, o que interfere positivamente na sua aplicação em sistemas de refrigeração de médio porte.

Por isso, a empresa avaliou com a UL, órgão internacional com mais de 120 anos de experiência em testes e inspeções, dez de seus controladores para serem empregados em tais condições.

Os produtos testados pela UL obtiveram seu uso validado, graças a características como o fato de terem circuitos protegidos, que garantem um acionamento seguro do compressor e isolam potenciais fontes de ignição.

Entre os controladores verificados estão: MT-512E 2HP, MT-512E Log e MT-512E Faston (que podem ser aplicados em balcões refrigerados, câmaras de resfriados, chopeiras, entre outros); MT-514E e MT-514E Faston (usados emconservadores de vacinas e balcões de resfriados ou congelados); TC-900E power, TC-900E Log e TC-900E 2HP (para câmaras, balcões de congelados e transporte frigorífico) e ainda MT-444E Fit e MT-444E Faston (utilizados em expositores de bebidas e balcões refrigerados).

Esta iniciativa internacional tem como objetivo fomentar os avanços no setor de refrigeração, sempre em concordância com as legislações climáticas vigentes. Um dos grandes benefícios desta mudança é que as substâncias naturais oferecem maior eficiência e menor impacto ambiental.

“O fluido refrigerante R-290 possui características termodinâmicas melhores que o R-22, que deve ter seu uso descontinuado em 2020. Isso significa que é preciso uma menor quantidade para obter a mesma capacidade de refrigeração, além de ter um impacto quase nulo para o aquecimento global”, pontua o engenheiro mecânico e consultor técnico de produto para o mercado externo da Full Gauge Controls, Felipe Accorsi.

Para ele, é importante ressaltar a necessidade de contar com equipamentos específicos para trabalharem com fluidos inflamáveis, bem como uma equipe de operadores com conhecimento técnico adequado. Assim, é possível garantir uma refrigeração mais eficiente e segura em todos os aspectos.

 

 

 

 

Fonte: Revista do Frio

 

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Unidade Condensadora para Túnel de Congelamento

 

Você sabe qual a função de uma unidade condensadora? Uma unidade condensadora é montada no lado de alta pressão de um sistema de refrigeração. É um conjunto que inclui um compressor, um condensador, um motor de ventilação, controles e uma base de montagem.

 

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  • Verifique a temperatura de entrada e de armazenagem
    Cada produto precisa de cuidados específicos para uma correta armazenagem.
    E um item importante para isso é checar sua temperatura de entrada e a temperatura de armazenagem.
    Isso evita a perda de propriedade dos produtos, além da economia de energia por exigir menos esforço do equipamento.
  • Verifique a temperatura da Câmara Frigorífica 3 vezes ao dia
    Para não correr riscos de variações de temperatura e perda de produtos, além de garantir o melhor funcionamento, verifique as condições da câmara ao menos 3 vezes ao dia.
    Caso sejam constantes as alterações ou haja inadequações, é sinal de que há erro mecânico ou de utilização do equipamento, e uma manutenção deve ser realizada.
  • Cuidados com o armazenamento no sistema de refrigeração
    O bom armazenamento dos produtos é fundamental para que o sistema atenda suas expectativas e obtenha o melhor desempenho.
    Procure utilizar estantes e estrados plásticos e deixe suas caixas bem acondicionadas e distribuídas pelo espaço.
    Nunca exceda o limite da Câmara Frigorífica ou armazene itens de forma a bloquear o evaporador, para não impedir a correta circulação do ar.
    Isso pode causar danos ao equipamento, por forçá-lo demais, além de alterar a temperatura de conservação e aumentar o consumo de energia.
  • Não deixe a porta da Câmara Frigorífica aberta
    Sua câmara deve ser aberta apenas no momento de armazenagem e retirada de produtos de seu interior ou verificação de seu funcionamento. Caso ocorra a necessidade de manuseio de produtos no interior da câmara por um longo período, evite deixar a porta totalmente aberta.
    Deixar a porta da câmara aberta, além de afetar a troca de temperatura do sistema de refrigeração, permite a entrada de umidade do ar.
    E, como consequência, facilita a formação de gelo, obrigando a parada da refrigeração para o degelo.
    Essa camada de gelo pode bloquear o evaporador e, assim, provocar maior desgaste do equipamento e consumo de energia.
  • Não obstrua a saída de ar dos evaporadores
    É importante evitar ao máximo que a saída de ar dos evaporadores seja bloqueada durante seu funcionamento. Não armazenado produtos acima da linha dos ventiladores e atrás dos evaporadores.
    Essa medida afeta o rendimento do equipamento, aumentando seu desgaste e diminui sua vida útil.
    Atente-se aos cuidados que passamos aqui para ajudar a manter a saída livre.
  • Ao sair, apague a luz
    É importante orientar os colaboradores para sempre apagarem a luz ao sair da câmara de refrigeração.
    A luz acessa, além de aumentar o consumo de energia interfere na temperatura interna do equipamento.
    Para compensar o calor gerado, o sistema aumenta sua potência para além do necessário.
  • Higienize corretamente a Câmara Frigorífica
    Para a correta higienização, basta um pano úmido e sabão neutro.
    Evite produtos à base de cloro, pois podem causar oxidação no alumínio e no inox.
    E também não é indicado utilizar jatos de água, que podem causar problemas de bloqueio na serpentina do evaporador, infiltração no piso, dentre outros.
  • Manutenção preventiva
    Verifique sempre esses fatores citados acima e, além disso, se os equipamentos estão funcionando corretamente, se não há vazamentos ou outros defeitos.
    É importante também checar as condições da câmara, se as portas estão bem vedadas, se o sistema elétrico está de acordo, se os fios estão bem encapados etc.
    Se houver a necessidade, chame a JETSERVICE para realizar a manutenção corretiva do seu equipamento.
    Com esses procedimentos, você garante o menor consumo de energia e maior vida útil de seus equipamentos.

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Todo técnico refrigerista sabe que, para que um sistema de refrigeração seja bem instalado e tenha sua vida útil prolongada, o processo de vácuo é fundamental. Para que esse procedimento seja bem feito, você precisa saber escolher a bomba de vácuo ideal para você.

Sabemos, no entanto, que até os técnicos mais experientes podem ter dúvidas sobre o assunto. É por isso que a Eletrofrigor vai te ajudar com algumas dúvidas sobre o procedimento de vácuo e te ajudar a escolher a bomba de vácuo que mais de adequa às suas necessidades. Vamos lá?

Bomba de Vácuo da JB, um produto de referência no mercado de refrigeração.

 

Primeiramente, o vácuo é mesmo importante?

Dentro de um sistema de refrigeração podem haver diversos tipos de gases não condensáveis, umidade ou até mesmo água. Nesse sentido, realizar o processo de vácuo nada mais é do que baixar a pressão interna do aparelho até que todos os fluidos se transformem em gases e sejam, então, dispensados pela bomba de vácuo para fora do sistema de refrigeração.

Mas por que a presença desses fluidos dentro do sistema não é o ideal? Um aparelho onde o processo de vácuo não foi bem feito pode apresentar diversos problemas.

Para começar, o aparelho apresentará um rendimento insatisfatório. O que acontece porque os gases refrigerantes estarão dividindo o espaço com os outros fluidos e, então, não conseguirão desempenhar suas capacidades totais. Nesse caso, situação, partes internas do sistema – como o compressor –  serão forçadas a trabalhar mais do que deveriam, o que vai aumentar o consumo de energia.

Além disso, a umidade vai oxidar as partes metálicas internas. Com o tempo essa oxidação vai soltar pequenas partículas de ferrugem que podem danificar o sistema e entupir os filtros.

Ou seja, além de garantir que o aparelho vai funcionar melhor, o processo de vácuo também assegura que ele irá funcionar por mais tempo. Só assim você tem a certeza de fez um serviço bem feito e deixou seu cliente satisfeito.

Qual Bomba de Vácuo é perfeita para você?

 

Para que o processo de vácuo seja bem feito você precisa de boas ferramentas. Dentre elas, a bomba de vácuo é uma das mais importantes. Existem diversos tipos de bombas e cada uma delas pode ser usada para diferentes aplicações.

A Bomba de Vácuo Suryha é um equipamento que apresenta um dos melhores custo-benefício do mercado.

 

O tamanho do sistema e a velocidade com que se precisa que o vácuo seja gerado são fatores que devem ser priorizados no processo de escolha da sua bomba. Saiba agora os quais são os tipos disponíveis e decida qual é o ideal para sua rotina de trabalho.

Bomba Estágio Simples ou Duplo?

A diferença entre os dois tipos está basicamente na quantidade de câmaras de vácuo. A bomba de estágio simples possui apenas uma câmara, enquanto a bomba de estágio duplo, duas.

No dia a dia a diferença entre as duas é notável, principalmente no quesito velocidade de criação do vácuo. Sem dúvidas, a bomba de vácuo de duplo estágio é mais potente e alcança o vácuo profundo em menos tempo.

Essa simples diferença significa uma economia de tempo de até 30% no processo de vácuo para o refrigerista.

 

Qual o CFM Ideal para cada tipo de serviço?

O número do CFM – sigla que significa Pés Cúbicos por Minuto, em inglês – representa a quantidade de ar que a bomba é capaz de retirar do sistema por minuto.

Esse número não influencia na eficácia do aparelho e sim na sua velocidade. Os seguintes números de CFM são os mais populares disponíveis no mercado atualmente; 5 CFM, 7 CFM e 12 CFM. Confira abaixo as suas diferenças:

5 CFM são ideais para trabalhos em sistemas de refrigeração de pequeno porte, tais como frigobares, bebedouros e geladeiras domésticas.

7 CFM trabalham muito bem em sistemas de médio porte, tais como aparelhos de ar condicionado de até 9.000 BTUs.

12 CFM, as bombas mais potentes disponíveis no mercado, são designadas para realizar um vácuo rápido em sistemas de grande porte, como câmaras frigoríficas e aparelhos de refrigeração de até 60.000 BTUs.

Os aparelhos de 12 e 7 CFM podem ser também usados em sistemas de refrigeração de pequeno porte e alcançarão o vácuo muito mais rapidamente.

Como medir o vácuo no sistema?

Ao contrário do que alguns pensam, o vácuo não pode ser medido através do tempo de funcionamento da bomba. Para ter certeza de que o sistema está no nível de vácuo ideal é necessário o uso do vacuômetro.

Algumas bombas de vácuo, como as da Suryha, já vem com vacuômetro integrado. O item normalmente vem na versão analógica. O Vacuometro pode também ser adquirido separadamente em sua versão digital, que oferece medições precisas e rápidas.

Pronto para escolher sua Bomba de Vácuo?

A bomba de vácuo é uma ferramenta indispensável para todo técnico de refrigeração que se preocupa com a qualidade de seu serviço. Além de garantir um processo de vácuo perfeito, a bomba de vácuo vai economizar o tempo que você gasta nas instalações e manutenções de sistema de refrigeração.

Bomba de Vácuo Vulkan, uma boa opção para técnicos em início de carreira.

 

Agora que você leu nosso artigo sobre bombas de vácuo, que tal conferir as ofertas que a Jetfrio tem pra você?

 

 

 

Fonte: https://blog.eletrofrigor.com.br/

 

A cada dia, mais gente se muda de áreas rurais para urbanas.

As necessidades e comodidades da vida moderna nas cidades exigem o uso crescente da refrigeração, em residências e estabelecimentos comerciais. Isso abre inúmeras oportunidades para quem trabalha no setor.

Atualmente, mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas, o que equivale a quase 4 bilhões de pessoas. O número vem crescendo ano após ano. Na década de 1970, apenas uma em cada três pessoas no mundo morava em cidades. As demais residiam na zona rural. Um dos principais fatores para essa mudança foi a modernização da agricultura, que exige menos gente trabalhando no plantio, na colheita e em outras atividades ligadas à produção na terra.

Esse tema parece não ter a ver com o setor em que você atua? Entenda a ligação existente entre urbanização e aumento do uso da refrigeração.

O crescimento da população que vive nas cidades gera uma série de desafios. Basta pensar nas necessidades de moradia, transporte, energia e dos mais diversos serviços. “Gerir áreas urbanas tem se tornado um dos desafios mais importantes do século 21”, afirmou John Wilmoth, diretor da Divisão Populacional da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas ele vê aspectos positivos nessa tendência: “A concentração cada vez maior de pessoas nas cidades permitirá oferecer serviços a elas de forma mais econômica”.

Entre os principais desafios da urbanização crescente estão o abastecimento de alimentos e a sua conservação. É justamente aí que a refrigeração desempenha um papel fundamental.

A América Latina é um dos continentes com maior porcentagem de pessoas vivendo nas cidades. O Uruguai é o recordista, com 95% de população urbana. Argentina, Chile, Venezuela e Brasil também têm índices muito altos, superiores aos de países europeus.  Os menores índices estão na América Central e no Caribe (ver quadro abaixo), mas a tendência é de crescimento gradual e constante.

Além de grandes metrópoles com vários milhões de habitantes, como Cidade do México, São Paulo, Lima, Bogotá, Buenos Aires, Santiago, Rio de Janeiro e Caracas, a região conta com uma expressiva quantidade de cidades com mais de 500 mil habitantes. Só no Brasil, são cerca de 40.

Esse processo de concentração de pessoas nas zonas urbanas, chamado de urbanização, provoca diversas mudanças no estilo de vida das pessoas. E é aí que o seu impacto na refrigeração se sente com mais força.

Nas cidades de maior porte, essas transformações são maiores.  Especialmente porque muitas delas cresceram rápido demais, sem que tivessem construído uma infraestrutura adequada.

Um dos problemas enfrentados por quem vive nessas cidades maiores é o trânsito complicado, o que se agrava pela precariedade e insuficiência dos sistemas de transporte público. Juntamente com a distância entre locais de moradia e de trabalho, isso faz com que boa parte dos habitantes dessas cidades tenha de comer fora de casa.

Em consequência dessa situação, as cidades precisam ter mais estabelecimentos dedicados aos serviços de alimentação: restaurantes, lanchonetes, padarias, bares etc. Todos eles, naturalmente, utilizam equipamentos de refrigeração e dependem deles para armazenar alimentos e oferecer bebidas geladas, sorvetes e outros produtos.

Vista aérea da cidade de São Paulo: estilo de vida é diferente em áreas muito povoadas.

 

Deve ser destacado, ainda, que atualmente é comum ver pequenos estabelecimentos desse tipo não com apenas um, mas com vários freezers e refrigeradores de bebidas.

Além das refeições fora de casa, há os lanches rápidos ou simplesmente a busca por uma bebida ou petisco. Como as pessoas querem praticidade e não têm muito tempo disponível, equipamentos de refrigeração como esses – geralmente os mais compactos ou do tipo vending machines – também estão cada vez mais presentes em locais de comércio ou de serviços, que antes não tinham nenhuma ligação com a alimentação. É o caso de farmácias, livrarias, clínicas médicas, lojas de artigos esportivos e diversos outros. Isso resulta em mais oportunidades para todos os que atuam na área de refrigeração.

A vida mais corrida também reduz as possibilidades e o tempo para o preparo dos alimentos em casa. A resposta a isso é o aumento da oferta de pratos prontos, semiprontos e congelados pelo varejo. O número de estabelecimentos que vendem esses produtos, especialmente os super e hipermercados, é muito amplo – e todos eles têm de contar com uma boa quantidade e variedade de sistemas de refrigeração para conservá-los. Esse é outro variado leque de possibilidades de serviços que se abrem para técnicos, assim como para empresas que fornecem equipamentos e peças de reposição.

Pelos mesmos motivos, cresce o número de empresas dedicadas ao serviço de delivery de comida – que são outros clientes potenciais para serviços e produtos ligados à refrigeração.

Ligada a esses dois temas das dificuldades de mobilidade e da busca por comodidade, vem se intensificando recentemente uma mudança relacionada ao setor supermercadista – e já tratada em edições anteriores da revista. É o crescimento das chamadas lojas de bairro ou de vizinhança, de tamanho menor, que buscam atender à demanda do consumidor por comprar produtos perto de sua casa, economizando tempo, um elemento que é cada vez mais escasso na sociedade moderna.

A busca por conforto e pelo descanso em relação ao ritmo veloz da vida nas grandes cidades, somada à preocupação com a segurança, tem estimulado outra tendência importante: a vontade das pessoas de ficar cada vez mais em casa, em seus momentos de lazer.

Isso faz com que queiram ter, em suas residências, equipamentos e instalações que lhes permitam ter acesso ao que encontrariam em locais de lazer. Assim, cozinhas, varandas, salas e áreas externas recebem investimentos para torná-las mais adequadas para desfrutar de bons momentos, em geral associados à comida e à bebida.

Refeições fora de casa: um hábito dos moradores de grandes cidades.

 

Nesses casos, mais uma vez, a refrigeração ocupa papel de destaque. Isso porque, nessas residências, tornou-se comum a presença de adegas refrigeradas, refrigeradores de bebidas, máquinas de fazer gelo, chopeiras, assim como de refrigeradores que incorporam cada vez mais novos recursos e funções.

Miniaturização

Um desafio adicional que a vida nessas cidades traz para o setor de refrigeração é a tendência à diminuição das áreas das residências, que são mais compactas e exigem um aproveitamento melhor dos espaços. Isso significa que os refrigeradores também devem ter tamanhos menores e oferecer o máximo de espaço útil em seus interiores, além de disponibilizarem mais funções. É por isso que se fala cada vez mais em miniaturização.

Da mesma forma, com o crescimento da demanda por energia nas cidades, que é inevitável com mais gente vivendo nelas e com o crescente número de aparelhos elétricos exigidos pela vida moderna, aumenta a atenção de usuários e fabricantes em relação à questão da eficiência energética.

Cidadãos e estabelecimentos comerciais se preocupam com o custo da conta de luz e buscam soluções mais econômicas, ao mesmo tempo em que existem pressões por parte dos governos para estimular a inovação tecnológica que leve à maior eficiência.

Oportunidades

Como destacamos, todas essas mudanças trazem oportunidades para quem atua no setor. Para aproveitá-las é preciso, primeiramente, estar atento ao ambiente à sua volta, de forma a identificá-las rapidamente e sair à frente dos concorrentes. Juntamente com isso, é necessário estar preparado, com conhecimentos atualizados e uma estratégia definida para agir e conquistar novos clientes.

Se você ainda não despertou para essa nova realidade, a hora é agora!

Fonte: Clube da Refrigeração

O orçamento do serviço de manutenção é muito importante na rotina de trabalho do refrigerista, e também de outros profissionais, pois é um registro prévio do trabalho que será realizado, bem como o consumo de horas (no caso de quem cobra pela mão de obra dessa forma), e os materiais previstos. O registro de todos esses detalhes deixa claro para ambos os lados o que será feito e o que será cobrado, evitando divergências ou sustos no valor final. Mesmo assim, alguns profissionais não costumam fazer o orçamento. Embora, ter esse hábito também auxilie a passar uma imagem profissional ao seu cliente, transmitindo mais segurança.

Confira a seguir algumas dicas essenciais para lhe ajudar a produzir um orçamento de trabalho mais eficiente.

O que avaliar na elaboração do orçamento

  • Custo dos materiais: o valor a ser cobrado pelos materiais utilizados no serviço.
  • Custo da mão de obra: o valor a ser cobrado pelo seu trabalho.
  • Custos de terceiros: o valor a ser pago para terceiros que contribuíram para o trabalho.
  • Tempo investido: qual é a duração do trabalho.
  • Comparação com a concorrência: o preço está condizente com o mercado?
  • Condições de pagamento: como seu cliente poderá pagar pelo serviço (dinheiro, parcelado no cartão em 2 vezes, 2 parcelas em 1 mês…).

Quais dados devem estar no orçamento

Os dados de identificação e contato do cliente, da sua empresa, a validade da proposta e a descrição dos materiais e serviços realizados. Lembre-se de detalhar bem o serviço, para que não hajam dúvidas sobre o que está incluso no orçamento. Isso pode evitar problemas futuros.

Qual a diferença entre orçamento e ordem de serviço?

O orçamento é o documento que registra quanto será o valor de um serviço a ser realizado.

A ordem de serviço surge após a aprovação do orçamento, para apontar as etapas a serem executadas.

Importante: sempre numere os orçamentos

Ao numerar e acompanhar as emissões, você conseguirá ver com clareza a diferença entre a quantidade de orçamentos x serviços realizados.

Fonte: Clube da Refrigeração

Eventos

No próximo dia 28/05/19 a Copeland em parceria com a JetFrio Litoral,  realizará a partir das 19:00, palestra sobre Soluções e Tecnologias do mercado de HVAC-R.

Assunto: O treinamento de Soluções e Tecnologias do mercado de HVAC-R  é um treinamento para todo o profissional do ramo que busca conhecer as novidades em produtos para o mercado de ar condicionado e refrigeração.

Local do Evento: Av. Senador Feijó, 423 – Vila Matias – Santos – SP.

Eventos JetFrio

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