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Fluido Refrigerante Freon R23

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Gás Refrigerante R 123 tambor 45 KG Chemours (antigo Suva 123) é um fluido refrigerante HCFC, alternativo ao R-11 em centrífugas de baixa pressão. É indicado para realização de Retrofit, e para utilização em equipamentos novos de médias e altas temperaturas de evaporação.

Classificação ASHRAE: R-123

Aplicações 

  • Chiller Centrífugo de Baixa Pressão.

Benefícios

  • Equipamentos originalmente desenvolvidos para trabalhar com Freon™ 123 (antigo Suva™ 123) proporcionam excepcional capacidade e eficiência energética, garantindo baixo custo operacional em equipamentos novos;
  • Pode ser utilizado em Retrofit de sistemas existentes de R-11;
  • Em caso de Retrofit, não é necessária a troca do óleo lubrificante e do dispositivo de expansão;
  • HCFC: apresenta um baixo potencial de degradação da camada de ozônio;
  • Baixa toxicidade, similar ao R-11;
  • Não é inflamável.

Performance Esperada

Freon 123 oferece a melhor eficiência teórica entre as várias alternativas para uso em Chillers. Produz aproximadamente as mesmas pressões e temperaturas operacionais apresentadas pelo CFC-11.

Entretanto, em caso de Retrofit, os chillers não modificados terão uma menor capacidade de refrigeração e eficiência equivalente ou menor com o HCFC-123 que com o CFC-11.

De maneira geral, as diferenças em capacidade e eficiência dependerão da seleção de componentes do sistema e condições operacionais do sistema original.

Considerações para o Uso

Operam com lubrificantes a base de óleo mineral (OM) ou alquilbenzeno (AB). Em geral, os lubrificantes utilizados com o CFC-11 apresentam um desempenho satisfatório com o HCFC-123 em sistemas operacionais.

Em equipamentos existentes é possível instalar componentes mecânicos otimizados para o HCFC-123, a fim de manter a capacidade total após o Retrofit.

Quando utilizado como substituto do R-11, principalmente em equipamentos com mais de 8 anos, modificações são normalmente necessárias para aumentar a capacidade e evitar incompatibilidade de materiais (principalmente elastômeros). 

Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Freon 123 . 

Fonte: Chemours

Com a retração econômica do nosso país e com o aumento frequente da conta de energia elétrica, economizar se tornou uma das prioridades para a população.

O alto consumo de energia de um refrigerador pode ser um vilão para as despesas. Por isso, é sempre importante que a manutenção dos aparelhos esteja em dia, evitando gastos desnecessários. As causas para que o refrigerador tenha um alto consumo de energia são muitas. Abaixo, listamos os possíveis problemas e as medidas como solução, que podem ser executadas por um refrigerista.

Fatores que geram alto consumo de energia:

  • Tensão muito alta

Para eliminar os problemas de tensões superiores a 132V (nominal 115V) e 240V (nominal 220V) recomendamos o uso de um estabilizador de tensão.

  • Ligação errada na caixa de conexões

Verifique as ligações com auxílio do esquema elétrico do refrigerador.

  • Lâmpada interna não apaga

Verifique se o interruptor da lâmpada apresenta algum problema como mau contato ou fixação incorreta.

  • Termostato não desliga

Confira se a fixação do bulbo do termostato está correta. Gire o botão do termostato para o ponto mínimo (menos frio) e

verifique se o compressor desliga. Se o problema continuar, substitua o termostato.

  • Termostato regulado na posição máxima (mais fria)

Gire o botão do termostato para o ponto mínimo (menos frio) e verifique se o compressor desliga dentro da faixa de uso. Regule o termostato e instrua o usuário quanto à utilização correta.

  • Termostato com bulbo solto

Fixe corretamente o bulbo do termostato.

  • Termostato inadequado

Averigue se o modelo do termostato utilizado é o indicado pelo fabricante. Se necessário, consulte o fabricante do sistema de refrigeração.

  • Compressor com alta amperagem (corrente elevada)

Só podemos considerar alta amperagem se o protetor térmico estiver atuando. Se você não estiver seguro de que esse é o defeito, confira se o compressor pode ter outros problemas. Se necessário, troque-o.

  • Condensador sujo, coberto ou com falta de circulação de ar

Limpe o condensador e desobstrua as passagens de ar. Essa dica é muito válida para equipamentos comerciais.

  • Má vedação da porta

Averigue se a porta está mal ajustada ou se a gaxeta (borracha de vedação da porta) está danificada ou descolada. Ajuste a porta e/ou troque a gaxeta.

  • Localização do refrigerador inadequada

O sistema de refrigeração não deve ficar perto de fogões, paredes expostas ao sol e locais sem ventilação. Sob as condições citadas, o sistema de refrigeração perde rendimento.

  • Refrigerador sem bandeja divisória do congelador

Confira se a bandeja divisória está sendo utilizada e se está instalada corretamente.

  • Refrigerador utilizado em demasia

Instrua o usuário para evitar a abertura da porta com muita frequência.

  • Encharcamento do isolamento (lã de vidro)

Localize o ponto de passagem da umidade e corrija.

  • Deterioração ou falta de isolamento térmico

Localize e substitua ou complete o isolamento térmico.

  • Excesso de carga de fluido refrigerante no refrigerador

Verifique se há sudação na linha de retorno do refrigerador. Se houver, coloque a carga de fluido refrigerante correta, de preferência utilizando uma balança de precisão.

  • Falta de fluido refrigerante

Geralmente se forma uma camada irregular de gelo no evaporador. Coloque uma nova carga de fluido refrigerante.

  • Compressor inadequado ao sistema

Consulte a tabela de aplicação de compressores Embraco. Troque pelo modelo adequado.

  • Compressor com baixa capacidade

Esse é um defeito raro, contudo pode ter ocorrido um problema. Repasse as outras possíveis causas de defeitos em compressores. Não sendo nenhuma deles, troque por um compressor adequado.

Fonte: Clube da Refrigeração – Embraco

Além de proporcionar redução de custos, existem benefícios em termos de imagem, que contribuem para a sua diferenciação no mercado.

Adotar práticas sustentáveis é bom para o planeta, mas também traz vantagens para profissionais e empresas: reduzir custos, melhorar a sua imagem e atrair mais clientes.

No dia a dia do refrigerista, há inúmeras oportunidades para isso. Por exemplo: no uso de materiais, nos cuidados com o descarte dos fluidos refrigerantes, na eliminação de vazamentos  e em muitas outras ações e posturas. 

Porém, há diversas outras possibilidades para usar de maneira mais eficiente os recursos e eliminar desperdícios, seja na oficina, loja ou residência.  Veja a seguir algumas dicas relacionadas ao uso de energia elétrica:

  • Prefira sempre a iluminação natural. Deixe a luz do sol entrar;
  • Pinte as paredes com cores claras. Além de melhorar a luminosidade, deixam o ambiente mais fresco, evitando gastos com ar condicionado;
  • Compre e utilize equipamentos que consumam menos energia;
  • Desligue o monitor do computador quando não estiver usando;
  • Troque lâmpadas comuns por lâmpadas fluorescentes ou de LED.

Com medidas simples, também é possível obter economias significativas no consumo de água:

  •  Fique atento a vazamentos de água e conserte-os rapidamente;
  • Instale torneiras de baixo consumo de água, como as automáticas, ou use arejadores para reduzir a vazão;
  • Troque descargas com válvulas por modelos com caixa acoplada;
  • Varra pisos e calçadas, em lugar de lavá-los com a mangueira;
  • Reutilize a água sempre que possível.

Diversas outras práticas ligadas ao transporte e à economia de combustível podem ser pesquisadas por você, como organizar um roteiro de entregas, por exemplo, ou fazer reuniões via internet. O mesmo vale para o uso e a reciclagem de materiais. Tudo isso diminui gastos e evita desperdícios, o que se reflete diretamente em melhores resultados para o seu negócio. A sustentabilidade pode e deve estar associada ao aumento da rentabilidade!

Fonte: Clube da Refrigeração

Nas ultimas décadas com a preocupação das mudanças climáticas ocorridas no globo terrestre, a comunidade científica tem buscado novas fontes para substituição dos compostos halogenados, principalmente os CFC´s, que destroem a camada de ozônio, bem como aqueles que colaboram com o efeito estufa. Nesse sentido, diversos pesquisadores estão retomando ou iniciando estudos envolvendo o dióxido de carbono, R-744, que esteve em evidência até 1940, quando por meio de rentabilidade, estabilidade e facilidade na construção dos equipamentos, começaram a ter como refrigerante a amônia, NH3, CFC-12 e posteriormente o HCFC-22. O número de projetos apresentados nas conferências anuais está aumentando consistentemente e, com o tratado de Kyoto, que trata do aquecimento global, a tendência é o incremento substancial das pesquisas, inclusive aquelas apoiadas por indústrias, pelo motivo financeiro.

Porém, existe uma pequena desvantagem no uso de fluído refrigerante CO2 (R-744) que se encontra no seu coeficiente de eficácia, COP, ser baixo quando operado com altas temperaturas ambientes, comparado com outros fluidos refrigerantes. Uma medida eficaz é a utilização de ciclos em cascata, onde o fluído refrigerante CO2 é utilizado no circuito de baixa temperatura e outro fluido refrigerante, R-134a, R404A, Amônia, entre outros, é usado no circuito de alta temperatura. Assim, a condensação do fluído refrigerante CO2 se dá com a evaporação do outro fluido, elevando o COP do ciclo. Uma tendência já adotada por algumas indústrias automobilísticas da Europa é a substituição dos compostos halogenados, principalmente o R-134a, chamado erroneamente de refrigerante ecológico, pois colabora direta e indiretamente com o efeito estufa, onde a partir de 2010 todos os veículos automotores devem sair da fábrica com o sistema de ar condicionado operando com o dióxido de carbono como fluido de trabalho. Entretanto, deve ser destacado que o CO2 em sistemas automotivos opera de maneira distinta dos fluidos halogenados. Enquanto os halogenados acontece a condensação do fluido, nos sistemas com CO2 ocorre um resfriamento do fluido, pois as temperaturas, nesse caso, superam a temperatura crítica do CO2. Esses sistemas são denominados de ciclos transcríticos.

 

Fonte:  POSMEC – Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica
(Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica)

Fluído Refrigerante Amônia (NH3) é um conhecido refrigerante, especialmente aplicável em grandes instalações industriais onde suas vantagens podem ser completamente utilizadas sem comprometer a segurança.

Amônia é conhecida pelas suas propriedades termodinâmicas favoráveis. Em uma ampla faixa de aplicações, que superam os refrigerantes sintéticos. No entanto, possui diversas desvantagens que têm impedido a utilização da amônia em aplicações comerciais, por exemplo, compatibilidade, toxicidade e inflamabilidade de material.

Eficiência: A amônia é um refrigerante altamente eficiente, com uma eficiência teórica ligeiramente superior ao do R134a ou do propano. Na prática, há evidências de que os sistemas de amônia são executados de maneira ainda melhor do que na teoria.

Segurança: Devido à toxicidade e à inflamabilidade da amônia, as instalações que utilizam amônia são orientadas pelas regulamentações nacionais. Mesmo com as rigorosas regulamentações no lugar para garantir a segurança em funcionamento, existe pressão em instalações de amônia para reduzir os níveis de carregamento, especialmente quando situadas em áreas povoadas.

Uma forma de adaptar-se às questões de segurança é utilizar a amônia como um refrigerante em combinação com CO2 para temperaturas médias ou elevadas, ou em aplicações em cascata para baixas temperaturas.

A equipe de manutenção no local deve ter uma formação apropriada para lidar com amônia, de modo a garantir o funcionamento seguro do sistema.

Meio ambiente: A amônia é um refrigerante natural. Possui zero potencial de deterioração e zero potencial de aquecimento global. Em combinação com sua eficiência, é um dos refrigerantes mais ecológicos.

Pressão e Tamanho da Instalação: As pressões de operação da amônia são comparáveis aos de outros refrigerantes comuns (HFC e HCs) e têm um ponto de ebulição normal relativamente alto (-33,3 °C). A amônia tem alta capacidade volumétrica, portanto as linhas de tubulação de amônia são menores do que as linhas de tubulação de HFC. Deve-se observar, no entanto, que quando a amônia é utilizada para linhas de sucção, as linhas são maiores em comparação àquelas de CO2.

Propriedades Químicas: A amônia é compatível com todos os materiais comuns, exceto cobre e latão. Isso significa que apenas tubos de aço soldados podem ser utilizados. Além disso, é necessário utilizar compressores semi-herméticos ou compressores herméticos com revestimentos especiais de motor ou fios de alumínio do motor.

A amônia não é miscível com óleos comuns. Além disso, a amônia é mais leve que o óleo, o que faz com que os sistemas de retorno de óleo sejam relativamente simples.

Eficiência de custos: A amônia é um refrigerante barato e disponível em abundância. As instalações de amoníaco, no entanto, tendem a ser relativamente caras devido aos requisitos de tubulações em aço, compressores semi-herméticos e a instalação de vários dispositivos de segurança, como detectores de gás.

Aplicações:
Atualmente, a amônia é principalmente usada em aplicações de refrigeração industrial:
• Distribuição em armazéns frigoríficos
• Túneis de congelamento
• Cervejarias
• Instalações de processamento de alimentos (matadouros, fábricas de sorvetes, etc.)
• Barcos de pesca

Estas aplicações possuem uma alta capacidade de carga, no entanto, existem esforços contínuos para desenvolver sistemas de amônia de baixa carga, de modo a aproveitar as propriedades termodinâmicas e ambientais benéficas da amônia. Alguns dos esforços desenvolvidos pela Danfoss e parceiros de pesquisa são para desenvolver sistemas de baixa carga com novos e avançados algoritmos de controle, um maior desenvolvimento dos trocadores de calor otimizados de amônia, além de sistemas DX e novos sistemas em cascata com o CO2.

Fonte: Danfoss