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Fluido Refrigerante R-22  🌬❄
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R$ 492,00

*As imagens são meramente ilustrativas

*Promoção válida até 25/06/2019 ou enquanto durarem os estoques.

Você já se perguntou quais são os critérios utilizados pela Embraco para definir qual fluido refrigerante será utilizado em uma linha de compressores? Por exemplo, por que atualmente a empresa utiliza o R134a e o R600a para linha doméstica e comercial leve?

Conheça os passos seguidos para fazer a escolha:

Critério 1: O que os fabricantes oferecem como opção?

Em primeiro lugar, é importante destacar que a Embraco não desenvolve fluidos refrigerantes. Portanto, para fazer a escolha do refrigerante ideal, ela analisa o que está sendo produzido e proposto pelos fabricantes. Então, dentro de uma lista de opções, são selecionados alguns fluidos para teste, os quais se enquadram nas exigências que vamos explicar abaixo.

Critério 2: O fluido tem todas as características exigidas?

Do ponto de vista técnico, o fluido deve ser escolhido para atender às características físicas e químicas ideais para um refrigerante. Sendo assim:

• As pressões de operação em função das temperaturas de condensação e evaporação devem ser adequadas para um sistema de refrigeração;

• Para utilização doméstica, os fluidos não podem ser tóxicos;

• Precisam ter compatibilidade química e estabilidade com o óleo e os outros componentes do compressor, ou seja, tem que se adaptar muito bem com o compressor.

Critério 3: Como esse fluido se comportou nos testes?

Alguns refrigerantes se enquadram nas exigências citadas acima, mas na hora em que são utilizados, nem sempre se adaptam muito bem com o compressor. Por isso, a Embraco realiza testes para ver como o fluido se comporta quando utilizado em suas linhas de compressores. Nesse contexto, os fluidos R134a e R600a atenderam todos os critérios, tornando-se boas opções para a linha doméstica de compressores.

Sustentabilidade e novas legislações guiam as mudanças

Quando o assunto são os fluidos refrigerantes, temos que considerar que existe uma grande discussão sobre o seu uso. Essa é uma preocupação que surge por parte dos governos desenvolvidos e outras empresas que buscam minimizar o grau de agressão ao meio ambiente. Por exemplo, desde que se constatou o impacto negativo que os CFCs tinham para a camada de ozônio, o seu uso foi gradualmente banido. Atualmente, buscam-se novas alternativas para os HCFCs (hidroclorofluorcarboneto) e HFCs (hidrofluorocarbonetos). A procura é por fluidos que não agridam a camada de ozônio e que possuam um baixo potencial de agravamento do efeito estufa. Nesse contexto, os fluidos refrigerantes naturais (HCs) se tornaram boas opções para serem utilizados no mercado de refrigeração. Nessas circunstâncias, o gás refrigerante natural R600a tem sido mundialmente eleito pelos principais mercados, como Europa, EUA e Brasil como uma excelente alternativa de substituição para os hidrofluorcarbonetos.

Existem riscos na utilização do R600a?

Quando se fala na aplicação do refrigerante natural R600a, surge uma grande preocupação. Por ser inflamável, questiona-se se a utilização desse fluido é realmente segura. Dentro desse contexto, os fabricantes tomam medidas de precaução para que não haja risco para o usuário final. São elas:

  • É utilizada uma quantidade pequena nos sistemas de refrigeração;
  • Os componentes elétricos não geram faíscas;
  • O projeto do sistema é todo pensado para, em caso de ter um vazamento, não ter grande concentração, ou seja, o fluido é inflamável, mas não explosivo.

Por esses motivos citados acima, o R600a não oferece riscos no seu uso na refrigeração e não tem impacto negativo ao meio ambiente. Ainda assim, esse é um ponto que está sendo discutido pelo governo dos EUA. Eles buscam por outra alternativa para a refrigeração doméstica, a qual hoje ainda não existe. O mercado japonês, por exemplo, utiliza o HFO, que não é inflamável, mas na presença de calor gera óxidos que são venenosos. Isso quer dizer que atualmente não há nenhuma alternativa que atenda as exigências de segurança, os pré-requisitos ambientais (não agredir a camada de ozônio e ter um baixo potencial de efeito estufa) e que, ao mesmo tempo, não seja inflamável.

Fonte: Clube da Refrigeração

 

 

Fluido Refrigerante MO29/422D DAC 11,35 Kg – Chemours
Modelo: D12635816
Código: 4972

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*as imagens são meramente ilustrativas.

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Gás Freon™ 410A (R-410A)

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Nas redes sociais, em grupos de refrigeristas, tem sido comum encontrar postagens defendendo o uso de gasolina, thinner, diversos tipos de álcool (isopropílico, metílico e outros), acetona e até óleo de cozinha para limpar tubulações em equipamentos de refrigeração. Normalmente, o problema relacionado à utilização dessas substâncias é o entupimento do tubo capilar.

Vamos deixar claro aqui que o uso dessas substâncias não é recomendado. Elas podem reagir com elementos como o óleo, o fluido refrigerante, as borrachas, os metais e outros materiais presentes no refrigerador, provocando sérios problemas.

Essa solução improvisada pode até inutilizar o compressor, além de provocar outros danos (incluindo a corrosão da própria tubulação).  Portanto, bons profissionais não recorrem a essas substâncias.

É preciso lembrar, por exemplo, que o álcool – que também está presente na gasolina – contém alto grau de umidade. O filtro secador em geral retém essa umidade, mas já terá de ser trocado. Além disso, possui acidez muito alta, podendo causar reações químicas altamente nocivas aos componentes.

No que se refere especificamente aos problemas provocados pelo entupimento do tubo capilar por gelo, a causa é a umidade. Porém, não adianta usar álcool e outras substâncias anticongelantes: elas não têm o poder de neutralizar os efeitos da umidade, evitando somente a obstrução do tubo capilar com gelo, porque baixam a temperatura de congelamento da umidade (água). Em relação a esse aspecto, é importante fazer um alerta adicional: o uso de substâncias anticongelantes não aprovadas leva à perda da garantia.

O fato é que um refrigerista experiente normalmente percebe um cheiro estranho, diferente do usual, quando foi usada uma das substâncias mencionadas no primeiro parágrafo. Nesse caso, o ideal é explicar ao cliente o que aconteceu, mostrando a ele como isso prejudica o sistema e provoca a perda de garantia. Pode-se também oferecer a solução para o problema, com uma boa limpeza.

A limpeza de tubulações recomendada pela Embraco deve ser feita com o uso do fluido refrigerante R141b, que funciona como um solvente, sem deixar resquícios nem causar danos. O problema é que esse fluido está sendo gradualmente retirado do mercado, pois é um HCFC. Já existem substitutos para ele no mercado, mas seu preço por quilo ainda é alto.

Deve ser destacado que, para qualquer outra substância ser aprovada pela Embraco para essa limpeza, ela deve passar por testes químicos em seus laboratórios.

Uma solução alternativa que funciona é passar uma carga de R134a para essa limpeza, ou uma carga de outro fluido refrigerante, desde que seja o mesmo utilizado no sistema.

Além do solvente a ser utilizado, é preciso saber como fazer essa limpeza. Mais abaixo, apresentamos um resumo dos seis procedimentos básicos que devem ser seguidos. Depois, é só fazer uma carga de nitrogênio para eliminar eventuais resíduos de solventes.

Vamos deixar claro aqui que o uso dessas substâncias não é recomendado. Elas podem reagir com elementos como o óleo, o fluido refrigerante, as borrachas, os metais e outros materiais presentes no refrigerador, provocando sérios problemas.

Essa solução improvisada pode até inutilizar o compressor, além de provocar outros danos (incluindo a corrosão da própria tubulação).  Portanto, bons profissionais não recorrem a essas substâncias.

É preciso lembrar, por exemplo, que o álcool – que também está presente na gasolina – contém alto grau de umidade. O filtro secador em geral retém essa umidade, mas já terá de ser trocado. Além disso, possui acidez muito alta, podendo causar reações químicas altamente nocivas aos componentes.

No que se refere especificamente aos problemas provocados pelo entupimento do tubo capilar por gelo, a causa é a umidade. Porém, não adianta usar álcool e outras substâncias anticongelantes: elas não têm o poder de neutralizar os efeitos da umidade, evitando somente a obstrução do tubo capilar com gelo, porque baixam a temperatura de congelamento da umidade (água). Em relação a esse aspecto, é importante fazer um alerta adicional: o uso de substâncias anticongelantes não aprovadas leva à perda da garantia.

O fato é que um refrigerista experiente normalmente percebe um cheiro estranho, diferente do usual, quando foi usada uma das substâncias mencionadas no primeiro parágrafo. Nesse caso, o ideal é explicar ao cliente o que aconteceu, mostrando a ele como isso prejudica o sistema e provoca a perda de garantia. Pode-se também oferecer a solução para o problema, com uma boa limpeza.

A limpeza de tubulações recomendada pela Embraco deve ser feita com o uso do fluido refrigerante R141b, que funciona como um solvente, sem deixar resquícios nem causar danos. O problema é que esse fluido está sendo gradualmente retirado do mercado, pois é um HCFC. Já existem substitutos para ele no mercado, mas seu preço por quilo ainda é alto.

Deve ser destacado que, para qualquer outra substância ser aprovada pela Embraco para essa limpeza, ela deve passar por testes químicos em seus laboratórios.

Uma solução alternativa que funciona é passar uma carga de R134a para essa limpeza, ou uma carga de outro fluido refrigerante, desde que seja o mesmo utilizado no sistema.

Além do solvente a ser utilizado, é preciso saber como fazer essa limpeza. Mais abaixo, apresentamos um resumo dos seis procedimentos básicos que devem ser seguidos. Depois, é só fazer uma carga de nitrogênio para eliminar eventuais resíduos de solventes.

Vácuo e limpeza

Um vácuo bem feito evita, em boa parte das vezes, a necessidade de limpeza. Esse processo deve ser feito sempre que houver a troca do compressor e quando for detectada a presença de umidade.

A orientação para um vácuo bem feito é utilizar uma bomba que atinja 500 micra, com uma capacidade de 3 CFMs ou mais. O processo deve ser feito tanto pelo lado de baixa pressão do sistema, conectado ao passador de processo, quanto pelo lado de alta pressão do sistema, no tubo extra do filtro secador. Para ter os melhores resultados, além das orientações acima, o vácuo deve ser mantido por 20 minutos após atingir o nível esperado.

1. Soldar o tubo conector na linha de conexão do sistema.

2. Carregar um cilindro com aproximadamente 500 ml de solvente ou agente de limpeza recomendado.

3. Acoplar o cilindro com solvente no conector da linha de sucção.

4. Acoplar um cilindro de nitrogênio (N2) no cilindro que contém o solvente, com ajuda do manifold, e colocar a ponta do capilar dentro de um recipiente para receber o solvente usado.

5. Liberar o nitrogênio a aproximadamente 50 PSI e abrir o registro do cilindro que está com o solvente.

6. Aguardar a saída do solvente pela tubulação até sair apenas o nitrogênio na ponta do capilar.

Fonte: Clube da Refrigeração – Embraco

Fluido Refrigerante
Gás R22 (Importado)

*condições válidas enquanto durarem os estoques.