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Compressor Scroll Danfoss SH300A9ABB 3F 380V
Cód: 8060
Cód.Fabricante: 120H0248
R$ 27.950,00

Compressor Scroll Danfoss SY300A9CBM 3F 380V
Cód: 1740
Cód.Fabricante: SY300A9CBM
R$ 26.558,00

*as imagens são meramente ilutrativas.
*promoção válida de 24/04/2019 à 22/05/2019 ou enquanto durarem os estoques.

 

Uma válvula de expansão é um elemento que constitui em sistemas de refrigeração e ar condicionado e que controla a quantidade de líquido refrigerante liberado para o evaporador.
Os quatro elementos básicos de uma bomba de calor são o evaporador, o compressor, o condensador e a válvula de expansão. Com apenas um de cada, já é possível realizar o processo que resulta na redução de temperatura.
O controle do fluxo do gás é realizado através da utilização do bulbo equipado com um sensor de temperatura onde é preenchido com um gás similar ao do sistema, que faz com que a válvula abra contra a mola de pressão no corpo da válvula conforme a temperatura aumenta. Caso a temperatura da linha de sucção diminua, a pressão no bulbo reduz desta maneira a válvula se fecha. Um sistema de ar condicionado com a válvula com uma válvula de expansão é muitas vezes mais eficiente do que em projetos que não à utilizam.
O refrigerante vem do condensador no estado líquido sob alta pressão, e então atinge a válvula de expansão, pela qual irá atravessar assim que superar a força de retorno da mola. Entretanto, ao atravessar, o fluido se depara com um ambiente em baixa pressão, e então se vaporiza absorvendo calor. Esse calor será então trocado no evaporador.

Uso irregular de produtos sem garantia de origem e falta de manutenções preventivas em sistemas de refrigeração comercial agravam risco de surgimento de pontos de fuga.

Problema nem sempre perceptível no dia a dia, mas que causa prejuízos milionários ao setor supermercadista brasileiro, os vazamentos de fluidos refrigerantes dos equipamentos de refrigeração e climatização comerciais devem ser prevenidos por meio de manutenções periódicas.

A falta dessa cultura tem se mostrado nociva para o bolso e o meio ambiente. Afinal de contas, substâncias como o hidrocloro-fluorcarbono (HCFC) R-22 custam caro e afetam a camada de ozônio.

Para deixar esta situação mais crítica, infelizmente ainda existem instalações em que são usados fluidos refrigerantes sem comprovação de origem, porque são contratados refrigeristas despreocupados com a qualidade do serviço prestado.

Sem os devidos cuidados, o risco de acidentes também é agravado, uma vez que a exposição a produtos de qualidade duvidosa pode causar, por exemplo, queimaduras a frio e intoxicar profissionais do setor, funcionários dos estabelecimentos e clientes. Por essas e outras razões, o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) é imprescindível durante a manipulação deles.

Para assegurar que os sistemas de refrigeração estejam hermeticamente selados, os técnicos da área de manutenção devem sempre verificar o estado de seus componentes, especialmente os anéis de vedação, pois caso eles estejam mal posicionados ou gastos, poderão ocorrer vazamentos.

Segundo especialistas do setor, fluidos refrigerantes de má qualidade, como os com alta taxa de umidade ou presença de partículas sólidas, também danificam peças do sistema, tais como tubulações e compressores, favorecendo o surgimento de pontos de fuga.

Boas práticas, portanto, são indispensáveis. De acordo com estudos da Eluma, 70% dos vazamentos de fluidos refrigerantes ocorrem em função do flangeamento inadequado.

“Precisamos bater nessa tecla com os instaladores e capacitá-los para que não ocorram fugas nessas regiões”, diz o coordenador comercial da empresa, Sandro Roberto Navarro, lembrando que brasagem é outro ponto crítico.

“É primordial que seja inserido nitrogênio no tubo para realizar a brasagem, porque também já é de conhecimento que, realizando a brasagem no tubo sem ele, ocorrerá oxidação interna”, acrescenta.

Boas práticas

Segundo documentos técnicos do Programa Brasileiro de Eliminação de HCFCs (PBH), todo sistema HVAC-R pressurizado é suscetível a vazamentos, que acontecem devido às “falhas” que podem ocorrer em cada tipo de junção, seja em uma conexão do tipo flange, seja em uma conexão do tipo brasada.

O tamanho do vazamento pode variar de gramas por ano a quilogramas por segundo. Mesmo com a utilização de tecnologias de detecção mais avançadas (de maior sensibilidade), alguns vazamentos podem ser muito pequenos e de difícil detecção.

Se determinadas influências internas ou externas estiverem presentes em um sistema HVAC-R, devido à tensão térmica ou ambiental e também à vibração, será uma questão de tempo para que um vazamento de menor proporção atinja um maior nível até se tornar detectável.

Um sistema de refrigeração é considerado estanque se a taxa de vazamento admissível não for excedida – estes valores podem ser encontrados no regulamento F-gas, adotado pela União Europeia.

Por sinal, diversas leis e normas internacionais estão em vigor para conter, prevenir e reduzir as emissões de fluidos frigoríficos que destroem a camada de ozônio e/ou agravam o aquecimento global.

“No setor de HVAC-R, componentes e sistemas devem ser constantemente testados contra vazamentos, para garantir que estejam abaixo dos limites especificados”, enfatiza o Guia de Boas Práticas – Controle de Vazamento, do PBH.

“Se houver suspeita de vazamento em um sistema de HVAC-R, é recomendável verificar primeiramente os lugares com maiores chances de apresentarem vazamentos. Estes lugares podem ser diferentes de um sistema para outro, mas as experiências adquiridas têm mostrado que alguns pontos críticos devem ser nomeados. Predominantemente, levando em conta todas as fontes potencias de vazamento, as conexões mecânicas são identificadas como as mais críticas”, informa a publicação.

Tecnologias

Atualmente, existem no mercado diversas tecnologias para detecção e prevenção de vazamentos. Para localização exata dos pontos de fuga, um dos produtos mais recomendados são os contrastes fluorescentes.

“Quando o contraste é injetado ele se mistura ao óleo e circulará pelo sistema, sendo facilmente localizável com uma luz ultravioleta ou violeta. Essa tecnologia foi inventada pela empresa americana Spectroline em 1955, e hoje é utilizada no mundo inteiro. A segurança do produto é incontestável pelas certificações e liderança de mais de 70% do mercado americano, por exemplo”, afirma o diretor de operações da K11 Máxima Performance, Kiko Egydio.

sistema de refrigeraçãoContrastes fluorescentes facilitam detecção de vazamentos de fluidos refrigerantes
“No caso dos contrastes, cabe uma ressalva quanto à utilização de produtos de baixa qualidade, que, em sua maioria, possuem solventes na composição. Esses produtos baratinhos corroem e danificam os componentes do sistema de refrigeração ao longo do tempo”, alerta.

As outras formas de inspeção de vazamentos são testes de pressurização com nitrogênio – que apenas indicam se há vazamentos e estimam, sem grande precisão, a dimensão deles, além dos detectores eletrônicos – que não são precisos quanto ao ponto exato do vazamento, como os contrastes, e exigem cuidados especiais no manuseio, conservação e limpeza, uma vez que podem acusar resultados falsos por contaminação dos sensores, por exemplo.

“Outro método bastante utilizado são as famosas bolinhas de sabão, que é útil para pequenos locais e de fácil acesso, mas é totalmente inadequado para inspeções de grandes linhas”, informa.

Para tapar microvazamentos de fluidos refrigerantes, a K11 introduziu no País, um aditivo químico homônimo fabricado pela Spectroline, produto compatível com todos os fluidos sintéticos e lubrificantes usados hoje no mercado.

Todos os anos, o País importa cerca de 16 mil toneladas de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) e aproximadamente 10 mil toneladas de hidrofluorcarbonos (HFCs). Além de serem nocivas ao clima do planeta, ambas as substâncias são caras, por causa do preço atrelado ao dólar.

Atualmente, 70% desses refrigerantes importados pelo Brasil são usados em recargas de sistemas instalados, dado que expressa o volume absurdo de escapes para a atmosfera e dá uma boa noção acerca dos enormes prejuízos econômicos e ambientais vinculados a esse fato.

“A elevação dos preços dos fluidos refrigerantes nos últimos anos e a variação cambial no Brasil serão os grandes responsáveis pelo aumento da atenção para as boas práticas e a eliminação dos vazamentos”, prevê Egydio.

Contudo, segundo o Ministério do Meio Ambiente, a maioria dos prestadores de serviços da área não segue procedimentos padronizados de manutenção preventiva, considerando controle de fugas, aplicação de ferramentas de qualidade, documentação e monitoramento das atividades realizadas.

Detectores de gás aumentam segurança em plantas com amônia e CO2

A Danfoss lançou, recentemente, sua nova linha de detectores fixos de gás para aplicações de refrigeração industrial.

Segundo a empresa, os novos dispositivos de segurança não são apenas compatíveis e precisos, mas também muito mais fáceis e intuitivos de se trabalhar, desde a especificação inicial até a operação de longo prazo

“A nova geração de detectores de gás da Danfoss é baseada em uma plataforma digital que oferece múltiplas opções de comunicação e integração para melhorar a confiabilidade operacional, facilitar a calibração e os procedimentos de manutenção que permitem alta eficiência de serviço e conformidade normativa”, ressalta o comunicado distribuído à imprensa.

Além disso, a interface de usuário intuitiva fornece um alto nível de precisão para simplificar o manuseio do operador, minimizando os riscos operacionais, de configuração e de erro de calibração. O portfólio varia de modelos básicos aos modelos para uso em ambientes agressivos com tecnologia de sensores para atender aos requisitos específicos de refrigerante, aplicação e segurança do sistema de refrigeração.

A conexão analógica ou Modbus RS485 permite comunicação fácil com um sistema central. Unidades de detecção de gás autônomas com relés integrados estão disponíveis e podem ser conectadas diretamente a sistemas externos para ativar dispositivos de alarme.

Para fornecer uma solução plug and play robusta, todas as unidades de detecção de gás vêm pré-configuradas de fábrica para combinar com o refrigerante e a configuração típica de níveis de alarme necessária – dependendo das regulamentações, isso pode ser alterado localmente.

Para um processo de calibração mais simplificado, a nova linha de unidades de detecção de gás da Danfoss possui uma rotina de calibração integrada.

“A calibração de gás não requer mais potenciômetros e multímetros, simplificando significativamente o processo e reduzindo o tempo de calibração e o risco de erros. Substituições de sensores certificados pela fábrica e pré-calibrados estão disponíveis em todos os tipos de sensores para fácil manutenção”, informa a empresa.

Vários recursos de serviço suportam o planejamento de manutenção otimizado, como alertas de serviço – na unidade, no controlador ou em ambos – para indicar quando o serviço é necessário. A ferramenta dedicada “PC Service Tool” fornece uma visão geral de quando cada unidade de detecção de gás opera, além de gerar relatórios de calibração em campo para apoiar a documentação e os procedimentos de segurança.

O portfólio de detecção de gás da Danfoss atende às normas regulatórias EN 378:2016, ISO 5149:2014, IIAR 2-2017, e Ashrae 15:2016, fornecendo segurança abrangente e recursos fáceis de usar.

Fonte: Revista do Frio

Peças e Componentes Danfoss
  • Acessórios Sache
  • Adaptadores
  • Atuadores
  • Biela
  • Bobina
  • Bóia de Nível
  • Cabo de Conexão
  • Cabo para Válvula
  • Carcaças de Filtro
  • Conjunto de Placas
  • Conector Packard
  • Conjunto de Pistão
  • Controlador
  • Controle de Capacidade
  • Conversor de Frequência
  • Corpo de Válvula
  • Display
  • Estator
  • Filtro de Óleo
  • Filtro de Sucção
  • Motor Ventilador
  • Orifício
  • Placa de Entrada
  • Pressostato
  • Sensor
  • Separador de Óleo
  • Tanque de Líquido
  • Termostato
  • Transmissor de Pressão
  • Transdutor de Pressão
  • Trocador de Calor
  • Válvula de Expansão
  • Válvula Solenoide
  • Válvula de Retenção
  • Válvula Reguladora de Pressão
  • Visor de Líquido

 

Optyma Semi-Hermética é dedicada para aplicação em supermercados grandes centros de distribuição, indústrias alimentícias e demais segmentos que necessitam de alto índice de congelamento | Foto: Divulgação

A Danfoss acaba de apresentar ao mercado sua nova unidade condensadora Optyma Semi-Hermética, dedicada para aplicação em supermercados, grandes centros de distribuição, indústrias alimentícias e demais segmentos que necessitam de alto índice de congelamento.

Dotada de trocador de calor microcanal e equipada com os novos compressores GEA Bock de alta eficiência, a máquina possui duas versões: com gerenciamento e sem gerenciamento do óleo.

Leves e compactas, as unidades são de fácil manuseio e transporte, informa o fabricante, destacando que seu design simples e compacto permite que itens vitais, como o compressor, a caixa elétrica e o trocador de calor, sejam reparados de forma simples e rápida, uma vez que não possuem obstrução física entre os componentes.

As unidades são concebidas de forma padronizada com os seguintes dispositivos: condensador microcanal, tanque de líquido, filtro secador, visor de líquido, caixa elétrica, válvulas de sucção e líquido, pressostato, cartucho na descarga e ajustável na sucção e estrutura de tubulação em cobre com antivibração, evitando que a vibração seja transmitida ao sistema, principalmente ao trocador de calor.

As unidades condensadoras Optyma Semi-Hermética abrangem ampla faixa de aplicações em temperaturas médias e baixas, utilizando os refrigerantes R-404A/R-507 e R-22.

“O espaço de armazenamento e os custos são reduzidos, graças às características de montagem em pilhas e baixa complexidade de códigos de produto, facilitando, assim, uma rápida seleção e alta disponibilidade dos produtos e de peças de reposição”, revela o comunicado distribuído à imprensa.

Segundo a Danfoss, as unidades Optyma Semi-Herméticas foram projetadas para operarem de 5°C a -40°C, proporcionando alta performance em ambientes exigentes. A solução fornece condições estáveis de operação, garantindo sistemas de refrigeração eficientes, o que é fundamental para obter a melhor conservação do alimento.

A novidade da Danfoss pode ser instalada até mesmo a uma distância de até 40 m do evaporador, sem a necessidade de elementos de controle adicionais, devido ao tanque de líquido superdimensionado.

A transição dos refrigerantes está se acelerando e as associações de HVAC-R estão pressionando a indústria para se afastar do R404A.

A transição dos refrigerantes está se acelerando e as associações de HVAC-R estão pressionando a indústria para se afastar do R404A. Para ajudar os clientes a manter o ritmo, a Danfoss lançou muitos tipos de produtos para as principais alternativas de refrigerante de baixo GWP – como R448A, R449A e R452A – e continua atualizando mensalmente o Coolselector®.

A multinacional dinamarquesa incentiva os profissionais de refrigeração comercial a não atrasarem mais a mudança para baixo GWP e os apoia a cada passo. A incerteza sobre a seleção de refrigerante e o suprimento futuro, bem como os mal-entendidos sobre a adequação dos componentes, poderiam estar impedindo que alguns adquirissem as habilidades e os conhecimentos necessários para lidar com novos refrigerantes com confiança.

A Danfoss está publicando uma série de recursos online para ajudar na seleção, instalação e adaptação, e se comprometeu a continuar o desenvolvimento de componentes qualificados e compatíveis com os novos refrigerantes promissores à medida que surgirem. Também está introduzindo um número crescente de unidades multi-refrigerantes para dar a máxima flexibilidade agora e no futuro.

Para aplicações de refrigeração comercial de pequeno e médio porte, como câmaras frigoríficas, R448A, R449A e R452A são alternativas excelentes ao R404A, em complemento ao R407 A/F. Dada a curta duração e custo do R404A, a transição para refrigerantes alternativos com um nível de GWP mais baixo é um passo lógico a ser seguido agora.

As soluções estão disponíveis hoje para todas as partes dos sistemas de refrigeração com compressores, unidades de condensação, trocadores de calor, válvulas de expansão elétrica e termostática, válvulas solenoides, controles, controladores eletrônicos e outros componentes de linha – para aplicações de baixa ou média temperatura. Lançamentos recentes incluem válvulas EVR v2, TE5-55, TU, compressores scroll e alternativos MLZ, VLZ e MTZ, e as unidades condensadoras Optyma ™ com R448A, R449A e R452A. O plano de qualificação engloba o R513A e o R450A* como alternativas complementares de refrigerante ao R134a, uma vez que oferece desempenho semelhante.

Para aplicações independentes normalmente usadas em food service, as soluções de longo prazo são atraídas para refrigerantes naturais. Para aplicações com uma carga de refrigerante inferior a 150 g, a Danfoss oferece uma ampla gama de componentes adequados para vários refrigerantes A3*, como R290 e R600a. Em complemento ao R404A, o R513A é uma boa opção quando a limitação de carga é superior a 150g, ou quando o refrigerante de classe A3* não é aplicável.

Cool Tools – Para ajudar a identificar componentes adequados para novos refrigerantes, a melhor opção é o Coolselector® 2. O software da Danfoss pode fazer sugestões, permitindo que os usuários selecionem os componentes mais adequados com base em vários parâmetros, como capacidade de refrigeração, refrigerante, evaporação e temperatura de condensação, além de muitas outras variáveis críticas de sistemas comuns de refrigeração. Além de uma série de refrigerantes, o Coolselector® 2 também suporta cálculos para vários sistemas de refrigeração e seleção de componentes para câmaras frigoríficas.

O software de seleção da Danfoss trabalha de mãos dadas com a ferramenta Low-GWP e o aplicativo Refrigerant Slider, permitindo que os clientes identifiquem facilmente os componentes certos para refrigerantes alternativos de acordo com suas propriedades termodinâmicas específicas.

*dependendo dos modelos

Fonte: Danfoss

Equipamento promete o melhor Índice de Desempenho de Energia Sazonal (SEPR) do mercado para aplicações de refrigeração de média temperatura | Foto: Divulgação

As demandas de ordem ambiental têm pressionado a indústria de refrigeração e ar condicionado a se afastar de compostos de alto impacto climático, como o hidrofluorcarbono (HFC) R-404A.

Para ajudar seus clientes, a Danfoss lançou muitos tipos de produtos para as principais alternativas de baixo potencial de aquecimento global (GWP) disponíveis no mercado, incluindo o R-449A, um fluido refrigerante à base de hidrofluorolefina (HFO) comercializado pela Chemours como Opteon XP40.

Por essa razão, a multinacional dinamarquesa incentiva os profissionais do setor a não adiarem essa transição tecnológica. A incerteza sobre a seleção de refrigerante e o suprimento futuro, bem como os mal-entendidos sobre a adequação dos componentes, poderiam impedir que alguns adquirissem as habilidades e os conhecimentos necessários para lidar com novos refrigerantes com confiança.

Entretanto, a Danfoss vem publicando uma série de recursos online para ajudar na seleção, instalação e adaptação, e se comprometeu a continuar o desenvolvimento de componentes qualificados e compatíveis com os novos refrigerantes promissores à medida que surgirem.

A empresa também está introduzindo um número crescente de unidades multi-refrigerantes para dar a máxima flexibilidade agora e no futuro.

Lançamentos recentes incluem as válvulas EVR v2, TE5-55, TU, os compressores scroll e alternativos MLZ, VLZ e MTZ, e as unidades condensadoras Optyma compatíveis com Opteon XP40 e outras HFOs.

Equipadas com o compressor de velocidade variável VLZ e o drive CDS-803, essas condensadoras prometem o melhor Índice de Desempenho de Energia Sazonal (SEPR) do mercado para aplicações de refrigeração de média temperatura.

O plano de qualificação da marca também engloba o Opteon XP10 (R-513A) como alternativa ao R-134a, uma vez que a nova substância à base de HFO desenvolvida pela Chemours oferece desempenho semelhante ao do HFC.

Para aplicações independentes normalmente usadas em food service, a companhia aposta nos hidrocarbonetos inflamáveis. Por isso, para aplicações com uma carga de refrigerante inferior a 150 g, a Danfoss oferece uma ampla gama de componentes adequados às substâncias da classe de segurança A3, como o R-290 e R-600a.

“Em complemento ao R-404A, o R-513A é uma boa opção quando a limitação de carga é superior a 150 g, ou quando o refrigerante de classe A3 não é aplicável”, ressalta a empresa.

Cool Tools

Para ajudar a identificar componentes adequados para novos refrigerantes, a melhor opção é o Coolselector 2, informa a companhia.

O software da Danfoss pode fazer sugestões, permitindo que os usuários selecionem os componentes mais adequados com base em vários parâmetros, como capacidade de refrigeração, refrigerante, evaporação e temperatura de condensação, além de muitas outras variáveis críticas de sistemas comuns de refrigeração.

Além de uma série de refrigerantes, o Coolselector 2 também suporta cálculos para vários sistemas de refrigeração e seleção de componentes para câmaras frigoríficas.

O software de seleção da Danfoss trabalha em conjunto com a ferramenta Low-GWP e o aplicativo Refrigerant Slider, permitindo que os clientes identifiquem facilmente os componentes certos para refrigerantes alternativos de acordo com suas propriedades termodinâmicas específicas.

Fonte: Blog do Frio

Kim Fausing, presidente e CEO da Danfoss | Foto: Divulgação

A Danfoss elevou sua participação total para 46% na Leanheat, uma empresa privada que desenvolve e fornece soluções turnkey IoT que atualizam os sistemas HVAC para a era digital.

Em 2016, a companhia dinamarquesa havia adquirido inicialmente uma participação de 23%. Sob o acordo inicial, a Danfoss e a Leanheat se conpacto da mudança climática.

centraram na construção de uma forte oferta combinada que ajudará a ampliar as atividades mútuas na otimização e no gerenciamento de energia em edifícios em todos os mercados e clientes.

Os edifícios representam cerca de 40% do consumo total de energia na Europa e precisam ser incluídos como parte da mitigação do im

Com a Europa revisando sua legislação para acelerar a renovação de edifícios e aumentar o desempenho do sistema de energia, a Danfoss e a Leanheat podem ajudar os proprietários de edifícios a obter a tão necessária economia de energia, destaca o comunicado distribuído à imprensa.

“Com 70% da população mundial vivendo nas cidades até 2050, precisamos conciliar a tendência de urbanização com a mitigação das mudanças climáticas”, afirma Lars Tveen, presidente da Danfoss Heating.

“A Leanheat, com sua experiência inigualável no desenvolvimento de otimização e gerenciamento de energia, provou ser uma excelente combinação para a Danfoss, permitindo que aproveitemos as oportunidades de crescimento que ocorrem no mercado”, acrescenta o presidente e CEO da Danfoss, Kim Fausing.

“Nossa base instalada está crescendo rapidamente e estamos ansiosos para fortalecer nossa parceria com a Danfoss e expandir ainda mais nossos negócios”, salienta Jukka Aho, CEO da Leanheat.

As partes não divulgaram o preço de compra ou outras condições da transação.

Fonte: Blog do Frio

O CO2 é muitas vezes considerado o “grande problema” quando se trata de mudanças climáticas. Embora em alguns aspectos seja um perigo, em outras situações pode ser a resposta. De fato, quando usado como refrigerante, o CO2 pode fazer uma grande diferença quando se trata de manter as pessoas, os produtos e o nosso planeta climatizados.

 

Como um refrigerante, o COtem o potencial de aquecimento global (GWP) mais baixo possível com classificação 1, causa zero  de esgotamento de ozônio, não é tóxico e não é inflamável. Isso significa que as pessoas e os produtos podem ser resfriados com segurança sem afetar negativamente o clima do planeta. Também é excepcionalmente versátil e pode ser usado em diferentes aplicações de refrigeração, incluindo aplicações comerciais, industriais e de transporte.

Com a nova Solução Multi Ejector™ da Danfoss, o CO2 torna-se um recurso importante à indústria de refrigeração e ao restante do mundo. Quando equipados com a Solução Multi Ejector™, os sistemas com CO2 podem permitir que superem os tradicionais de HFC em termos de eficiência energética em todos as zonas climáticas, ao mesmo tempo em que reduzem o impacto no meio ambiente.

 

A Solução Multi Ejector™ é o que torna possível o uso de CO2 como refrigerante em sistemas de refrigeração transcrítica e consiste em dois produtos: o Ejector e o controlador AK-PC 782A. Ao unir os dois grandes produtos em uma solução, os profissionais de todo o mundo agora têm a chance de colher os inúmeros benefícios do uso de CO2 como refrigerante.

 

O uso de CO2 como refrigerante foi previamente limitado a regiões mais frias ou exigia sistemas complexos e caros. Com a Solução Multi Ejector™, o CO2 está se tornando uma solução verdadeiramente global. Agora mesmo as regiões mais quentes, como Oriente Médio, América do Sul e América Latina, Austrália e Ásia, podem aproveitar todos os benefícios que o CO2 tem para oferecer. Isso inclui um potencial de economia de energia valioso – até 18% ao ano em comparação com o sistema booster de COtranscrítico.

 

“O CO2 tem um futuro brilhante como refrigerante em nossa indústria. É natural e amigo do meio ambiente, com praticamente nenhum impacto climático direto quando usado como refrigerante. A Solução Multi Ejector™ da Danfoss facilita a obtenção de todos os benefícios do uso de CO2. Permite economizar energia em todos os climas, reduzir a complexidade da plataforma de refrigeração e reduzir a pegada de carbono do sistema”, diz Daniel Marcucci, gerente de vendas da Danfoss.

A Danfoss oferece algumas oportunidades para clientes, parceiros de negócios e público aprenderem mais sobre o CO2. A unidade móvel de treinamento de CO2 está em uma turnê mundial, oferecendo treinamento e certificação para profissionais da indústria. A empresa também tem aulas online gratuitas sobre teoria, uso e segurança do CO2 no Danfoss Learning, portal de educação digital.

 

Saiba mais sobre a Solução Multi Ejector™ no www.multiejectorsolution.danfoss.com e confira o vídeo “We Love CO2” no YouTube.

Fonte: http://www.danfoss.com.br/newsstories/cf/multi-ejector/#/

Multinacional dinamarquesa apresenta a nova variedade de válvulas pilotos para refrigeração industrial, aprovada para pressões de até 52 bar em aplicações em cascata de amônia e CO2.

A nova gama de válvulas piloto da Danfoss aprovada também para aplicações de COabre novas possibilidades para atender à crescente tendência de soluções em cascata para aumentar a segurança, confiabilidade e eficiência energética na refrigeração industrial.

“Desenvolvemos a nova solução em estreito diálogo com a comunidade de refrigeração industrialatendendo à crescente demanda do mercado por válvulas de controle de pressão para capacidades maiores. O foco está na redução da carga de amônia nos sistemas de cascata de amônia/CO2 por razões de segurança e, ao mesmo tempo, ganhando economia de energia em baixa temperatura”, explica Enri Tunkel, gerente de marketing LAM de Refrigeração Industrial da Danfoss.

Como parte da atualização, o número de variantes foi reduzido de oito para quatro pilotos para facilitar a seleção de contratistas, OEMs e distribuidores. Os novos pilotos fornecem os mesmos intervalos de regulagem que a versão anterior, para atender qualquer necessidade da indústria.

Nova válvula piloto eletrônica CVE para fácil comissionamento e operação

O destaque do novo range é a válvula piloto eletrônica CVE que substitui a existente válvula CVQ. A válvula eletrônica é ideal para aplicações de refrigeração dinâmica com frequentes mudanças de pressão e temperatura.

“Estamos orgulhosos de apresentar a nova válvula piloto eletrônica CVE. Com o nosso conhecido ICAD como atuador, o piloto CVE é compatível com qualquer configuração de controle. A nova válvula permite a configuração remota para fácil comissionamento, operação, manutenção e solução de problemas. A válvula reage rapidamente a qualquer mudança de ponto de ajuste e oferece controle extremamente preciso para garantir a segurança alimentar em qualquer condição de operação”, explica Enri Tunkel.

Todas as novas válvulas são compatíveis com as versões anteriores.

 

Fonte: Revista do Frio