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O CO2 é muitas vezes considerado o “grande problema” quando se trata de mudanças climáticas. Embora em alguns aspectos seja um perigo, em outras situações pode ser a resposta. De fato, quando usado como refrigerante, o CO2 pode fazer uma grande diferença quando se trata de manter as pessoas, os produtos e o nosso planeta climatizados.

 

Como um refrigerante, o COtem o potencial de aquecimento global (GWP) mais baixo possível com classificação 1, causa zero  de esgotamento de ozônio, não é tóxico e não é inflamável. Isso significa que as pessoas e os produtos podem ser resfriados com segurança sem afetar negativamente o clima do planeta. Também é excepcionalmente versátil e pode ser usado em diferentes aplicações de refrigeração, incluindo aplicações comerciais, industriais e de transporte.

Com a nova Solução Multi Ejector™ da Danfoss, o CO2 torna-se um recurso importante à indústria de refrigeração e ao restante do mundo. Quando equipados com a Solução Multi Ejector™, os sistemas com CO2 podem permitir que superem os tradicionais de HFC em termos de eficiência energética em todos as zonas climáticas, ao mesmo tempo em que reduzem o impacto no meio ambiente.

 

A Solução Multi Ejector™ é o que torna possível o uso de CO2 como refrigerante em sistemas de refrigeração transcrítica e consiste em dois produtos: o Ejector e o controlador AK-PC 782A. Ao unir os dois grandes produtos em uma solução, os profissionais de todo o mundo agora têm a chance de colher os inúmeros benefícios do uso de CO2 como refrigerante.

 

O uso de CO2 como refrigerante foi previamente limitado a regiões mais frias ou exigia sistemas complexos e caros. Com a Solução Multi Ejector™, o CO2 está se tornando uma solução verdadeiramente global. Agora mesmo as regiões mais quentes, como Oriente Médio, América do Sul e América Latina, Austrália e Ásia, podem aproveitar todos os benefícios que o CO2 tem para oferecer. Isso inclui um potencial de economia de energia valioso – até 18% ao ano em comparação com o sistema booster de COtranscrítico.

 

“O CO2 tem um futuro brilhante como refrigerante em nossa indústria. É natural e amigo do meio ambiente, com praticamente nenhum impacto climático direto quando usado como refrigerante. A Solução Multi Ejector™ da Danfoss facilita a obtenção de todos os benefícios do uso de CO2. Permite economizar energia em todos os climas, reduzir a complexidade da plataforma de refrigeração e reduzir a pegada de carbono do sistema”, diz Daniel Marcucci, gerente de vendas da Danfoss.

A Danfoss oferece algumas oportunidades para clientes, parceiros de negócios e público aprenderem mais sobre o CO2. A unidade móvel de treinamento de CO2 está em uma turnê mundial, oferecendo treinamento e certificação para profissionais da indústria. A empresa também tem aulas online gratuitas sobre teoria, uso e segurança do CO2 no Danfoss Learning, portal de educação digital.

 

Saiba mais sobre a Solução Multi Ejector™ no www.multiejectorsolution.danfoss.com e confira o vídeo “We Love CO2” no YouTube.

Fonte: http://www.danfoss.com.br/newsstories/cf/multi-ejector/#/

Multinacional dinamarquesa apresenta a nova variedade de válvulas pilotos para refrigeração industrial, aprovada para pressões de até 52 bar em aplicações em cascata de amônia e CO2.

A nova gama de válvulas piloto da Danfoss aprovada também para aplicações de COabre novas possibilidades para atender à crescente tendência de soluções em cascata para aumentar a segurança, confiabilidade e eficiência energética na refrigeração industrial.

“Desenvolvemos a nova solução em estreito diálogo com a comunidade de refrigeração industrialatendendo à crescente demanda do mercado por válvulas de controle de pressão para capacidades maiores. O foco está na redução da carga de amônia nos sistemas de cascata de amônia/CO2 por razões de segurança e, ao mesmo tempo, ganhando economia de energia em baixa temperatura”, explica Enri Tunkel, gerente de marketing LAM de Refrigeração Industrial da Danfoss.

Como parte da atualização, o número de variantes foi reduzido de oito para quatro pilotos para facilitar a seleção de contratistas, OEMs e distribuidores. Os novos pilotos fornecem os mesmos intervalos de regulagem que a versão anterior, para atender qualquer necessidade da indústria.

Nova válvula piloto eletrônica CVE para fácil comissionamento e operação

O destaque do novo range é a válvula piloto eletrônica CVE que substitui a existente válvula CVQ. A válvula eletrônica é ideal para aplicações de refrigeração dinâmica com frequentes mudanças de pressão e temperatura.

“Estamos orgulhosos de apresentar a nova válvula piloto eletrônica CVE. Com o nosso conhecido ICAD como atuador, o piloto CVE é compatível com qualquer configuração de controle. A nova válvula permite a configuração remota para fácil comissionamento, operação, manutenção e solução de problemas. A válvula reage rapidamente a qualquer mudança de ponto de ajuste e oferece controle extremamente preciso para garantir a segurança alimentar em qualquer condição de operação”, explica Enri Tunkel.

Todas as novas válvulas são compatíveis com as versões anteriores.

 

Fonte: Revista do Frio

Nas ultimas décadas com a preocupação das mudanças climáticas ocorridas no globo terrestre, a comunidade científica tem buscado novas fontes para substituição dos compostos halogenados, principalmente os CFC´s, que destroem a camada de ozônio, bem como aqueles que colaboram com o efeito estufa. Nesse sentido, diversos pesquisadores estão retomando ou iniciando estudos envolvendo o dióxido de carbono, R-744, que esteve em evidência até 1940, quando por meio de rentabilidade, estabilidade e facilidade na construção dos equipamentos, começaram a ter como refrigerante a amônia, NH3, CFC-12 e posteriormente o HCFC-22. O número de projetos apresentados nas conferências anuais está aumentando consistentemente e, com o tratado de Kyoto, que trata do aquecimento global, a tendência é o incremento substancial das pesquisas, inclusive aquelas apoiadas por indústrias, pelo motivo financeiro.

Porém, existe uma pequena desvantagem no uso de fluído refrigerante CO2 (R-744) que se encontra no seu coeficiente de eficácia, COP, ser baixo quando operado com altas temperaturas ambientes, comparado com outros fluidos refrigerantes. Uma medida eficaz é a utilização de ciclos em cascata, onde o fluído refrigerante CO2 é utilizado no circuito de baixa temperatura e outro fluido refrigerante, R-134a, R404A, Amônia, entre outros, é usado no circuito de alta temperatura. Assim, a condensação do fluído refrigerante CO2 se dá com a evaporação do outro fluido, elevando o COP do ciclo. Uma tendência já adotada por algumas indústrias automobilísticas da Europa é a substituição dos compostos halogenados, principalmente o R-134a, chamado erroneamente de refrigerante ecológico, pois colabora direta e indiretamente com o efeito estufa, onde a partir de 2010 todos os veículos automotores devem sair da fábrica com o sistema de ar condicionado operando com o dióxido de carbono como fluido de trabalho. Entretanto, deve ser destacado que o CO2 em sistemas automotivos opera de maneira distinta dos fluidos halogenados. Enquanto os halogenados acontece a condensação do fluido, nos sistemas com CO2 ocorre um resfriamento do fluido, pois as temperaturas, nesse caso, superam a temperatura crítica do CO2. Esses sistemas são denominados de ciclos transcríticos.

 

Fonte:  POSMEC – Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica
(Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica)