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Fluido Refrigerante R-22  🌬❄
Cód: 11448

R$ 492,00

*As imagens são meramente ilustrativas

*Promoção válida até 25/06/2019 ou enquanto durarem os estoques.

 

Compressor Embraco FFU-70AK 1
Código:10549
Por: R$ 262,00

 

*as imagens são meramente ilustrativas.
*promoção válida enquanto durarem os estoques.

Em 2018, empresa já estava se preparando para o uso de fluidos refrigeradores inflamáveis.

Estar à frente das necessidades do mercado, que está em constante evolução, com um olhar atento à eficiência energética. Isto faz parte do DNA da Full Gauge Controls, fabricante de equipamentos para refrigeração, climatização, aquecimento solar e aquecimento.

Em 2018 a empresa já estava se preparando para o uso de fluidos refrigeradores inflamáveis, que tiveram sua legislação alterada este mês pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC, em inglês). A utilização permitida dos refrigerantes hidrocarbonetos – R-290 e R-600a – passa a ser de 500g, o que interfere positivamente na sua aplicação em sistemas de refrigeração de médio porte.

Por isso, a empresa avaliou com a UL, órgão internacional com mais de 120 anos de experiência em testes e inspeções, dez de seus controladores para serem empregados em tais condições.

Os produtos testados pela UL obtiveram seu uso validado, graças a características como o fato de terem circuitos protegidos, que garantem um acionamento seguro do compressor e isolam potenciais fontes de ignição.

Entre os controladores verificados estão: MT-512E 2HP, MT-512E Log e MT-512E Faston (que podem ser aplicados em balcões refrigerados, câmaras de resfriados, chopeiras, entre outros); MT-514E e MT-514E Faston (usados emconservadores de vacinas e balcões de resfriados ou congelados); TC-900E power, TC-900E Log e TC-900E 2HP (para câmaras, balcões de congelados e transporte frigorífico) e ainda MT-444E Fit e MT-444E Faston (utilizados em expositores de bebidas e balcões refrigerados).

Esta iniciativa internacional tem como objetivo fomentar os avanços no setor de refrigeração, sempre em concordância com as legislações climáticas vigentes. Um dos grandes benefícios desta mudança é que as substâncias naturais oferecem maior eficiência e menor impacto ambiental.

“O fluido refrigerante R-290 possui características termodinâmicas melhores que o R-22, que deve ter seu uso descontinuado em 2020. Isso significa que é preciso uma menor quantidade para obter a mesma capacidade de refrigeração, além de ter um impacto quase nulo para o aquecimento global”, pontua o engenheiro mecânico e consultor técnico de produto para o mercado externo da Full Gauge Controls, Felipe Accorsi.

Para ele, é importante ressaltar a necessidade de contar com equipamentos específicos para trabalharem com fluidos inflamáveis, bem como uma equipe de operadores com conhecimento técnico adequado. Assim, é possível garantir uma refrigeração mais eficiente e segura em todos os aspectos.

 

 

 

 

Fonte: Revista do Frio

 

 

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*condições válidas enquanto durarem os estoques.

Plano deve ser elaborado por engenheiros mecânicos e industriais, tendo como parâmetros de qualidade os referenciais da Anvisa e ABNT

 

Desde o dia 3 de julho, as vigilâncias sanitárias já podem multar os responsáveis por edifícios comerciais e industriais que não estiverem adequados à Lei 13.589/2018, mais conhecida como Lei do PMOC.

A nova legislação, que estava em vigor para novas edificações desde janeiro, exige a execução de um Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas e aparelhos de ar condicionado em edificações de uso público e coletivo, com o objetivo de eliminar ou minimizar riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

Os engenheiros mecânico e industrial são os únicos profissionais que podem planejar e assinar o PMOC, segundo o diretor institucional da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), Sérgio Helfensteller.

 

“A lei abrange praticamente todos os ambientes comerciais e industriais e entrou em vigor em janeiro, dando prazo de 180 dias para os edifícios existentes se adequarem”, ressalta.

“A multa para quem descumprir a Lei do PMOC pode variar de R$ 2 mil até R$ 1,5 milhão”, informa o engenheiro mecânico Gilsomar Gabriel da Silva, que ministrou, recentemente, curso sobre o tema na sede da Asbrav, em Porto Alegre.

“É importante destacar que a lei é válida para quem tem mais de 60 mil BTU/h instalados, o que é bem simples de encontrar, como empresas com quatro equipamentos de 12 mil BTU/h em suas dependências, por exemplo”, lembra.

Os sistemas de climatização e os respectivos planos de manutenção previstos na lei devem obedecer aos parâmetros de qualidade regulam

entados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“Estas legislações estabelecem os parâmetros de qualidade do ar, como temperatura ambiente, de conforto e umidade do ar, por exemplo”, diz o especialista.

“Imaginem uma sala pequena com quarenta pessoas e um sistema de climatização sem manutenção. Estas pessoas correriam o risco de contrair vírus e bactérias que circulam. A troca de ar com o ambiente externo é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar da população. Lembrando que passamos cerca de 80% do nosso tempo em ambientes fechados. Então, o PMOC acaba sendo uma questão de saúde pública”, explicou.

Segundo o engenheiro Arnaldo Lopes Parra, vice-presidente de comunicação e marketing da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), são inúmeras as doenças comprovadamente causadas pela má qualidade do ar, que podem estar associadas a sistemas com deficiência de manutenção, tais como pneumonia, dores de cabeça, gripes, rinites, asmas e bronquite.

“O SUS informa gastar cerca de R$ 1,4 bilhão por ano com o tratamento de pacientes com doenças respiratórias”, ressalta.

“Entendo que a aplicação desta Lei do PMOC é cultural e provocará uma mudança no comportamento dos usuários, que, com o tempo, perceberão os benefícios que um sistema de ar condicionado com boa manutenção pode proporcionar”, avalia.

Segundo ele, a Abrava recomenda a contratação de empresas que atendam aos requisitos necessários para efetivação do trabalho com profissionais qualificados e sob supervisão de um responsável técnico devidamente habilitado, conforme determinam o Confea e seus respectivos Creas.

“Existem diversos profissionais no mercado aptos a prestar o melhor serviço de consultoria sobre como se beneficiar com esta regulamentação. A ação positiva gera resultados imediatos”, salienta.

 

Fonte: Revista do Frio

Nos próximos 30 anos, 19 aparelhos de refrigeração e ar condicionado serão instalados a cada segundo, prevê estudo britânico | Foto: Nando Costa/Pauta Fotográfica

O número de aparelhos de refrigeração e ar condicionado deve quadruplicar – de 3,6 bilhões para 14 bilhões – nos próximos 30 anos, estima um relatório da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, salientando que a crescente demanda por equipamentos do gênero pode fazer com que o consumo mundial de energia seja cinco vezes maior até 2050.

Este novo estudo, intitulado A Cool World – Defining the Energy Conundrum (Um Mundo Fresco – Resolvendo o Dilema Energético, em tradução livre), tem a intenção de fornecer, pela primeira vez, uma indicação da escala das implicações energéticas de um cenário chamado de Refrigeração para Todos (Cooling for All, em inglês) pelos pesquisadores.

“Como sabemos, a refrigeração eficaz é essencial para preservar alimentos e remédios. Ela sustenta a indústria e o crescimento econômico, e é fundamental para a urbanização sustentável, além de fornecer uma via de escape da pobreza rural”, destaca o comunicado distribuído à imprensa.

Uma vez que áreas consideráveis do planeta devem sofrer aumentos de temperatura além do que o ser humano pode suportar, os sistemas de refrigeração e climatização tornarão o mundo cada vez mais tolerável – ou até seguro – para se viver.

“Milhões de pessoas morrem todos os anos por falta de acesso a tecnologias de refrigeração, seja por perdas de alimentos, vacinas estragadas ou impacto do calor severo”, lembra a chefe da organização não governamental Energia Sustentável para Todos (SEforALL, em inglês), Rachel Kyte.

Nos países em desenvolvimento, até 50% dos alimentos chegam a ser perdidos após a colheita, em função da ausência de sistemas de armazenagem e transporte frigorificados. Segundo cálculos da Organização Mundial de Saúde (OMS), 25% das vacinas líquidas são desperdiçadas anualmente, principalmente devido à quebra da cadeia do frio.

Responsável pelo objetivo das Nações Unidas de fornecer energia sustentável a todas as pessoas até 2030, Kyte salienta que “refrigeração para todos” não significa “colocar um ar-condicionado em todas as casas”, mas que são necessários “esforços urgentes para esclarecer as necessidades de refrigeração e desenvolver e testar novas soluções”.

Anualmente, as ondas de calor matam cerca de 12 mil pessoas em todo o mundo. Até 2050, as mortes ocasionadas por esse tipo de desastre climático poderão atingir 260 mil pessoas por ano, a menos que os governos – principalmente as cidades – se adaptem a essa ameaça agravada pelo aquecimento global, informa a OMS.

Produtividade e conforto térmico também estão inter-relacionados. Até 2050, projeta-se que as perdas de horas de trabalho em alguns países cheguem a 12% nas regiões mais afetadas da África subsaariana e da Ásia.

Metas climáticas

O estudo da universidade britânica afirma que, até 2050, se quisermos atingir as metas climáticas estipuladas no Acordo de Paris para limitar o aumento da temperatura global ao máximo de 2 ºC em relação aos níveis da era pré-industrial, o consumo total de energia para climatização e refrigeração deve ser limitado a 6,3 mil terawatts-hora (TWh) por ano.

Sem novas medidas além das capacidades tecnológicas atuais e ganhos de eficiência, o setor poderia responder por 19,6 mil TWh de consumo de energia por ano, frente ao gasto anual atual de 3,6 mil TWh. Mesmo com o advento de novas tecnologias, a necessidade anual de energia ainda seria de pelo menos 15,5 mil TWh.

“Se quisermos cumprir as metas climáticas é necessária uma nova visão sobre a refrigeração, reaproveitando o calor e o frio residuais e incorporando novas tecnologias e conectividade de dados, assim como o armazenamento de energia térmica, a fim de atender à demanda de modo mais eficiente”, revela o estudo.

“As projeções atuais [sobre o consumo de energia]não consideram um cenário de ‘Refrigeração para Todos’ e, assim, será impossível atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável [ODS] da ONU, bem como metas do Acordo de Paris. Se quisermos atender a uma dessas duas exigências, depender apenas da eficiência tecnológica e de energia limpa não será suficiente”, reforça o professor Toby Peters, um dos principais autores do relatório.

Peters também alerta que a principal pergunta que devemos nos fazer não é quanta energia precisamos gerar, mas sim que tipo de serviço precisamos e como podemos fornecê-lo da maneira menos nociva ao meio ambiente.

Além de outras possíveis medidas interessantes, o estudo sugere criar um modelo para fornecer refrigeração acessível para as comunidades rurais e urbanas com base nas necessidades locais, em vez de impor uma abordagem universal de “tamanho único”, por exemplo.

Fonte: Blog do frio

A partir do dia 3 de julho, as vigilâncias sanitárias poderão multar os responsáveis por edifícios comerciais e industriais que não estiverem adequados à Lei 13.589/2018, mais conhecida como Lei do PMOC.

A nova legislação, que está em vigor para novas edificações desde janeiro, exige a execução de um Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas e aparelhos de ar condicionado em edificações de uso público e coletivo, com o objetivo de eliminar ou minimizar riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

Os engenheiros mecânico e industrial são os únicos profissionais que podem planejar e assinar o PMOC, segundo o diretor institucional da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), Sérgio Helfensteller.

“A lei abrange praticamente todos os ambientes comerciais e industriais e entrou em vigor em janeiro, dando prazo de 180 dias para os edifícios existentes se adequarem”, ressalta.

“A multa para quem descumprir a Lei do PMOC pode variar de RS 2 mil até R$ 1,5 milhão“, informa o engenheiro mecânico Gilsomar Gabriel da Silva, que ministrou, recentemente, curso sobre o tema na sede da Asbrav, em Porto Alegre.

“É importante destacar que a lei é válida para quem tem mais de 60 mil BTU/h instalados, o que é bem simples de encontrar, como empresas com quatro equipamentos de 12 mil BTU/h em suas dependências, por exemplo“, lembra.

Os sistemas de climatização e os respectivos planos de manutenção previstos na lei devem obedecer aos parâmetros de qualidade regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Fonte: Blog do Frio

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