O carnaval de cores dos cilindros de fluidos refrigerantes vai acabar. A partir de janeiro do ano que vem, os recipientes dessas substâncias deverão ser pintados apenas com a tinta monocromática cinza seda (RAL 7044, na escala Pantone).

O objetivo dessa mudança radical é diminuir o risco de erro de identificação de compostos ocasionado por botijões com cores muito semelhantes, adotadas em função do protocolo usado atualmente pela indústria química global, informa o Instituto de Ar Condicionado, Aquecimento e Refrigeração dos EUA (AHRI, na sigla em inglês).

Devido ao expressivo número de refrigerantes homologados nos últimos anos e ao consequente aumento do número de cores atribuídas a essas substâncias, surgiu a preocupação em relação a potenciais erros na identificação de recipientes.

Em uma pesquisa da entidade com profissionais do setor, mais da metade dos participantes alegou que as cores das garrafas causavam confusão, cenário que tende a ficar ainda mais caótico com o surgimento de novos produtos no mercado.

Objetivo da mudança radical é diminuir risco de identificação equivocada de substâncias ocasionado por cilindros com cores semelhantes, ressalta AHRI

 

 

“A identificação equivocada de fluidos refrigerantes pode levar a sérios problemas de segurança porque eles têm pressões operacionais e propriedades físicas diferentes, incluindo inflamabilidade potencial”, alerta Helen Walter-Terrinoni, vice-presidente de assuntos regulatórios do AHRI.

A revisão da Diretriz N – Atribuição de Cores dos Cilindros de Refrigerantes, anunciada inicialmente em 2015, foi confirmada no mês passado pela associação norte-americana de fabricantes da área de climatização e refrigeração.

“O erro de identificação também pode causar danos aos equipamentos, caso os fluidos sejam utilizados sem levar em conta as aplicações adequadas. A diretriz atualizada garantirá que os refrigerantes continuem sendo utilizados de forma correta e segura”, diz a executiva.

O AHRI continuará a atribuir cores do sistema Pantone apenas para materiais impressos, incluindo rótulos dos cilindros e embalagens dos vasilhames descartáveis (DOT-39).

A diretriz revisada ainda exige que todos os cilindros de refrigerantes inflamáveis recebam uma faixa vermelha em sua parte superior. As alterações não se aplicam a produtos fabricados até sua entrada em vigor, ressalta o AHRI.

Embora as diretrizes da organização funcionem apenas como recomendações e não sejam exigidas por lei, praticamente todos os envolvidos na indústria aderem à Diretriz N.

 

 

 

Materiais impressos, como rótulos e embalagens dos vasilhames descartáveis, poderão continuar usando as cores do sistema Pantone atribuídas pelo AHRI aos fluidos refrigerantes

Conforme destaca o AHRI, os usuários devem estar cientes de que o rótulo no cilindro agora servirá como o principal meio de identificar corretamente os fluidos frigoríficos.

Enfim, essa transição não vai, necessariamente, tornar a vida mais fácil ou mais difícil para empreiteiros ou técnicos – ela simplesmente significa que todos terão de ser cuidadosos e verificar com atenção o rótulo na botija para fazer a seleção correta de um produto.

 

 

 

Cálculo de BTU = Potência do aparelho

O BTU é um sistema britânico de medição de potência de climatização. É uma medida que tem a ver com a capacidade que um aparelho de ar condicionado tem para resfriar ou para aquecer um ambiente.

Ou seja, o cálculo de BTU é válido tanto para a função Frio quanto para a função Quente. Do ponto de vista da potência, não há diferença. O esforço feito pelo motor do ar-condicionado é para alcançar as configurações de temperatura determinadas pelo usuário.

Pense assim: se você precisa mudar a temperatura do seu cômodo de X para Y, os esforço do compressor, da condensadora, da evaporadora e demais partes do equipamento, será o mesmo. Levando-se em conta, claro, condições similares. E aqui, então, cabe fazer uma observação.

Condições diferentes

Só porque o cálculo de BTU tem a ver com a potência e não com a função a ser executada pelo ar-condicionado, isso não quer dizer que um determinado ambiente vai ser bem atendido no frio e no calor pelo mesmos número de BTU.

Ar-condicionado no modo Frio

O que isso quer dizer? Bom, quer dizer que é preciso levar em conta fatores que interferem no resfriamento e no aquecimento. Por exemplo, para a potência de resfriamento você precisa levar em conta:

  • Portas e janelas
  • Incidência do sol
  • Trânsito de pessoas
  • Quantidade de equipamentos eletrônicos
  • Temperaturas locais
  • Formato do ambiente

Acesse aqui a Calculadora de BTU e descubra a potência ideal para o seu ambiente

Ar-condicionado no modo Quente

Enquanto isso, para o aquecimento, você levaria em conta, além desses itens acima, o seguinte:

  • Entradas e saídas de ar
  • Quantidade de pessoas
  • Material de que é feito o ambiente

São alguns exemplos do que poderia ser considerado. Ainda mais tendo em vista que o frio pode ser sugerido facilmente pela impressão que o ambiente passa para as pessoas.

Uma simples corrente de ar pode causar calafrios e fazer o corpo baixar a temperatura.

 

Fonte: web ar-condicionado

Por que eu preciso de um ar-condicionado novo?

Conforto e qualidade de vida

Sim, parece algo superficial, mas o conforto é essencial para a execução de tarefas e para que possamos nos sentir bem tocando as nossas vidas. Somos mais felizes se nos sentimos confortáveis, e a temperatura tem tudo a ver com isso. Calor e frio são fatores estressantes, várias pesquisas já mostraram isso, e os condicionadores de ar modernos atendem a ambos os problemas, já que existem os modelos Frio e os modelos Quente/Frio – também conhecidos com Ciclo Reverso.

Empresas que valorizam e investem na produtividade dos seus funcionários, sempre se preocupam primeiro com o ar-condicionado do ambiente de trabalho. Em casa é a mesma coisa.

O brasileiro precisa perder essa ideia de que conforto é um luxo, pois não é. Hoje a tecnologia nos permite tonar a vida bem mais fácil, então porque ela deveria ficar restrita só a uma parcela da população? Um ar-condicionado deixa a casa mais confortável para quem precisa estudar, para quem precisa cuidar do lar e das crianças, para quem trabalha e estuda o dia inteiro fora e precisa descansar e dormir com tranquilidade no tempo disponível.

Nunca subestime o poder do bem-estar, e nunca pense que você não merece isso. Num mundo justo, todos têm que poder ter acesso à comida, tecnologia, saúde, cultura e, obviamente, conforto.

Insetos e alergias

O ar-condicionado renova o ar interior e mantém a sua qualidade – isso, claro, se a limpeza e A manutenção corretas forem aplicadas no aparelho. Dessa forma, fica bem mais difícil para os insetos incomodarem, especialmente os mosquitos, um grande problema do verão brasileiro.

Para quem tem alergias, o ar-condicionado também é uma benção. Esqueça essa balela de que esses aparelhos fazem mal para a rinite ou ajudam a piorar a gripe. O que falta a muitas pessoas é o cuidado e a limpeza desses equipamentos. Claro que, se alguém estiver gripado em um ambiente fechado, vai ser mais fácil a transmissão do vírus, mas isso pode acontecer em qualquer outra situação semelhante.

Quanto à Rinite, basta se atentar à manutenção dos filtros e às trocas quando necessárias. São as partículas de sujeira e as bactérias acumuladas ali que podem causar reações alérgicas.

Evite umidade e mofo

É sabido por aí que o ar-condicionado retira bastante da umidade do ar. Isso é um processo natural do seu funcionamento que pode ser compensando com a função de umidificar, ou até que aparelhos umidificadores separados.

Porém, em locais onde a alta concentração de partículas de água no ar é um problema, o que é uma regra quase que geral do território brasileiro, um ar-condicionado pode ser muito útil para evitar a sensação de respiração densa e até a formação de mofo e outros fungos e bactérias, especialmente no inverno – e isso que muita gente subestima o uso do aparelho nas estações mais frias.

Por que eu preciso trocar de ar-condicionado?

Se você já tem um ar-condicionado, então já sabe porque é importante ter um desses em casa. Porém, pode estar pensando em adquirir um novo, porque o seu já está velho. Daí vem a pergunta: eu devo? Vamos te dar alguns motivos para pensar nessa compra também.

Economia de energia

Modelos mais antigos tendem a não ser tão econômicos. A cada nova geração, os eletrodomésticos atendem às demandas de eficiência energética e adotam tecnologias que os ajudam a ser bem mais economicos. Um bom exemplo são os Inverter, novo tipo de motor que evita desperdícios de energia e ainda regula o trabalho interno dos equipamentos para que exista apenas o esforço e o consumo necessário.

É como um carro, é sempre bom ir trocando, até para manter o valor de mercado e você conseguir recuperar um pouco do dinheiro investido. Claro que, um ar-condicionado precisa ser instalado e desinstalado toda vez, e isso custa dinheiro. Mas com um intervalo de 2, 3 ou até 4 anos entre as trocas, você mantém sempre um aparelho novo em casa, com eficiência garantida, e ainda consegue uma grana no equipamento antigo se estiver bem cuidado.

Novas funções

Junto com os avanços tecnológicos, os condicionadores de ar trazem também novas funções. Hoje não existem apenas os modelos que aquecem e os que refrigeram, existe uma série de funções para tornar o aparelho cada vez mais personalizado para cada situação, como Wi-Fi, programação de funcionamento e até os que não fazem vento – é importante saber escolher o ar-condicionado ideal para você.

Apesar dos modelos atuais de ar-condicionado serem cada vez mais modernos e potentes, com tamanho e design mais leves, os aparelhos do século passado – assim como os outros eletrodomésticos – possuíam um funcionamento mais lento e portavam um visual mais pesado. Ao invés dos Splits, muito presente nas residências de hoje, era o modelo Janela que reinava para refrigerar o meio ambiente dos usuários.

Para ilustrar melhor isso, selecionamos algumas fotos e vídeos de comerciais de TV para representar como era o ar-condicionado antigamente:

O invento do condicionador de ar trouxe uma grande satisfação para as famílias da época

 

Marilyn Monroe foi uma das adeptas da ideia. Essa é uma foto publicitária de 1955

O compressor é o “coração” de um sistema de refrigeração. Sua função é bombear o fluido refrigerante que circula por todo o sistema ora no estado líquido, ora no estado gasoso. No processo de resfriamento de uma geladeira, por exemplo, o compressor recebe fluido na forma de gás do evaporador, e promove o bombeamento desse gás até o condensador, aparelho que torna a liquidificar o fluido e dissipar o calor do sistema.

Os compressores são empregados na refrigeração comercial, que compreende produtos de resfrio de alimentos e bebidas em estabelecimentos comerciais.

Abaixo tabela de similaridades dos compressores Dorin, Bitzer e Bock:

Tabela de Similaridades de Compressore

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Setor está se renovando e passando por várias transformações.

Mudanças no comportamento do consumidor e na legislação, somadas à necessidade de reduzir custos e buscar uma postura voltada para sustentabilidade, trazem novos desafios e oportunidades.

Um dos segmentos mais importantes na refrigeração comercial é o de supermercados, que contam com grandes áreas dedicadas a produtos perecíveis e que necessitam de refrigeração: dos congelados aos resfriados.

 

É um setor muito dinâmico e que está em constante evolução, acompanhando o que acontece na sociedade e adaptan

do-se às transformações econômicas e às exigências da legislação. No momento, três grandes eixos de mudança afetam esses estabelecimentos, com impacto direto na forma como a refrigeração é usada neles. Entenda-os, para saber como você também pode se adaptar.

 1 – Novos formatos de loja. Diferentes dos convencionais super e hipermercados aos quais


2- Utilização de fluidos refrigerantes naturais em substituição aos refrigerantes sintéticos.
 Em função de novas regulamentações e da maior conscientização ambiental da sociedade, a utilização de refrigerantes como propano (R290) e CO2(R744) vem se tornando mais frequente. O propano é indicado especialmente para sistemas de menor porte, já começa ser aplicado em soluções de Racks em casas de máquinas e já é muito utilizado em equipamentos incorporados, enquanto o CO2 começou a ser utilizado há algum tempo em grandes instalações, principalmente em sistemas sub-críticos em casas de máquinas remotas, sistemas estes igualmente seguros, desde que seguidas todas as normas internacionais.estamos habituados vemos tanto o crescimento de lojas de bairro (dentro do conceito express) quanto o  dos “atacarejos” (conceito cash & carry, ou pague e leve). Grandes redes de supermercados passaram a investir fortemente nessa modalidade nos últimos anos, abrindo centenas de lojas com marcas como Minuto Pão-de-Açúcar, Dia %, Carrefour Express, Todo Dia, Minimercado Extra, Compre Bem e outras.

3- Busca pela máxima redução no consumo de energia elétrica. Principalmente por causa do aumento no preço da energia nos últimos anos, todas as redes, das grandes às pequenas, têm dado uma atenção especial ao tema. A grande mudança que resultou dessa preocupação foi a introdução de portas nos expositores, balcões e ilhas. Conservar melhor o frio nos sistemas tem se mostrado a melhor forma de reduzir o consumo de energia. A ideia de que portas nos equipamentos poderiam reduzir as vendas no estabelecimento já foi superada. Para a refrigeração, isso impacta em uma menor necessidade de carga térmica e os sistemas incorporados têm ganhado espaço em virtude dessa nova realidade.Outra mudança ligada à redução no consumo de energia é o uso cada vez maior de soluções que modulam a capacidade dos sistemas de refrigeração. É o caso dos inversores de frequência e dos controles de capacidade, sendo estes últimos amplamente utilizados em compressores semi-herméticos.

Fonte: Clube da Refrigeração

Optyma Semi-Hermética é dedicada para aplicação em supermercados grandes centros de distribuição, indústrias alimentícias e demais segmentos que necessitam de alto índice de congelamento | Foto: Divulgação

A Danfoss acaba de apresentar ao mercado sua nova unidade condensadora Optyma Semi-Hermética, dedicada para aplicação em supermercados, grandes centros de distribuição, indústrias alimentícias e demais segmentos que necessitam de alto índice de congelamento.

Dotada de trocador de calor microcanal e equipada com os novos compressores GEA Bock de alta eficiência, a máquina possui duas versões: com gerenciamento e sem gerenciamento do óleo.

Leves e compactas, as unidades são de fácil manuseio e transporte, informa o fabricante, destacando que seu design simples e compacto permite que itens vitais, como o compressor, a caixa elétrica e o trocador de calor, sejam reparados de forma simples e rápida, uma vez que não possuem obstrução física entre os componentes.

As unidades são concebidas de forma padronizada com os seguintes dispositivos: condensador microcanal, tanque de líquido, filtro secador, visor de líquido, caixa elétrica, válvulas de sucção e líquido, pressostato, cartucho na descarga e ajustável na sucção e estrutura de tubulação em cobre com antivibração, evitando que a vibração seja transmitida ao sistema, principalmente ao trocador de calor.

As unidades condensadoras Optyma Semi-Hermética abrangem ampla faixa de aplicações em temperaturas médias e baixas, utilizando os refrigerantes R-404A/R-507 e R-22.

“O espaço de armazenamento e os custos são reduzidos, graças às características de montagem em pilhas e baixa complexidade de códigos de produto, facilitando, assim, uma rápida seleção e alta disponibilidade dos produtos e de peças de reposição”, revela o comunicado distribuído à imprensa.

Segundo a Danfoss, as unidades Optyma Semi-Herméticas foram projetadas para operarem de 5°C a -40°C, proporcionando alta performance em ambientes exigentes. A solução fornece condições estáveis de operação, garantindo sistemas de refrigeração eficientes, o que é fundamental para obter a melhor conservação do alimento.

A novidade da Danfoss pode ser instalada até mesmo a uma distância de até 40 m do evaporador, sem a necessidade de elementos de controle adicionais, devido ao tanque de líquido superdimensionado.

O descarte inadequado de refrigeradores e compressores pode desencadear uma série de problemas. O principal deles é a contaminação do meio ambiente com substâncias nocivas como metais pesados, fluidos e gases altamente prejudiciais à animais, plantas e a saúde humana.

Acabou-se o tempo em que eles eram abandonados em qualquer lugar. Hoje em dia existem diversas formas seguras de encaminhar a um destino adequado, e até produtivo. Vejamos algumas a seguir.

Por que fazer o descarte correto?
Os gases contidos no compressor são tóxicos, como o clorofluorcarboneto (CFC), que é responsável pela diminuição da camada de ozônio, além do óleo contido no compressor, que se não separado adequadamente pode atingir a rede pluvial e poluir o meio ambiente.

Segundo Clodoaldo Delfino, gerente de manufatura da Nat.Genius, empresa de reciclagem inteligente de resíduos, um refrigerador é formado por mais de 600 itens. Além de poupar o meio ambiente, o descarte correto pode gerar valor econômico, já que mais de 95% desses itens podem ser reciclados e voltar para a indústria como insumos.

O que fazer com o compressor que ainda tem gás refrigerante dentro?
É preciso garantir que todos os passadores do compressor estejam lacrados, evitando assim que o gás refrigerante seja expelido para a atmosfera. Há maneiras seguras de recolher os fluidos refrigerantes, você pode saber mais nessa matéria.

Como fazer o descarte correto de compressor
Ao remover o compressor do refrigerador, os passadores devem estar lacrados, para evitar o derramamento de óleo durante o transporte. Isso precisa ser feito por profissionais, como refrigeristas ou empresas especializadas. Em seguida, é necessário encaminhar o compressor obsoleto para o fabricante via o distribuidor. A Embraco por exemplo possui processos padronizados, seguros e ambientalmente corretos para o descarte do mesmo.

Como fazer o descarte correto de refrigerador
Em muitas cidades, geladeiras e freezers (em bom estado) são aceitos em negociações para compra de novos itens, nas grandes empresas varejistas de eletrodomésticos.

Em caso de aparelhos que não estão mais funcionando, o indicado é entrar em contato com alguma empresa local de recolhimento de resíduos, ou até mesmo encaminhar aparelhos e peças para uma empresa que faça a reciclagem de refrigeradores. Nesses locais, os componentes recicláveis são recuperados e transformados em novos produtos. Os demais componentes e peças são desmontados e os materiais reciclados.

Os poucos resíduos inutilizáveis, são então encaminhados à destinação final de resíduos, conforme ABNT 15833 (clique aqui para saber mais).

Acompanhe o Clube para se manter informado sobre o mercado de refrigeração, boas práticas e dicas úteis para sua rotina profissional.

Fonte: Clube da Refrigeração

Com a retração econômica do nosso país e com o aumento frequente da conta de energia elétrica, economizar se tornou uma das prioridades para a população.

O alto consumo de energia de um refrigerador pode ser um vilão para as despesas. Por isso, é sempre importante que a manutenção dos aparelhos esteja em dia, evitando gastos desnecessários. As causas para que o refrigerador tenha um alto consumo de energia são muitas. Abaixo, listamos os possíveis problemas e as medidas como solução, que podem ser executadas por um refrigerista.

Fatores que geram alto consumo de energia:

  • Tensão muito alta

Para eliminar os problemas de tensões superiores a 132V (nominal 115V) e 240V (nominal 220V) recomendamos o uso de um estabilizador de tensão.

  • Ligação errada na caixa de conexões

Verifique as ligações com auxílio do esquema elétrico do refrigerador.

  • Lâmpada interna não apaga

Verifique se o interruptor da lâmpada apresenta algum problema como mau contato ou fixação incorreta.

  • Termostato não desliga

Confira se a fixação do bulbo do termostato está correta. Gire o botão do termostato para o ponto mínimo (menos frio) e

verifique se o compressor desliga. Se o problema continuar, substitua o termostato.

  • Termostato regulado na posição máxima (mais fria)

Gire o botão do termostato para o ponto mínimo (menos frio) e verifique se o compressor desliga dentro da faixa de uso. Regule o termostato e instrua o usuário quanto à utilização correta.

  • Termostato com bulbo solto

Fixe corretamente o bulbo do termostato.

  • Termostato inadequado

Averigue se o modelo do termostato utilizado é o indicado pelo fabricante. Se necessário, consulte o fabricante do sistema de refrigeração.

  • Compressor com alta amperagem (corrente elevada)

Só podemos considerar alta amperagem se o protetor térmico estiver atuando. Se você não estiver seguro de que esse é o defeito, confira se o compressor pode ter outros problemas. Se necessário, troque-o.

  • Condensador sujo, coberto ou com falta de circulação de ar

Limpe o condensador e desobstrua as passagens de ar. Essa dica é muito válida para equipamentos comerciais.

  • Má vedação da porta

Averigue se a porta está mal ajustada ou se a gaxeta (borracha de vedação da porta) está danificada ou descolada. Ajuste a porta e/ou troque a gaxeta.

  • Localização do refrigerador inadequada

O sistema de refrigeração não deve ficar perto de fogões, paredes expostas ao sol e locais sem ventilação. Sob as condições citadas, o sistema de refrigeração perde rendimento.

  • Refrigerador sem bandeja divisória do congelador

Confira se a bandeja divisória está sendo utilizada e se está instalada corretamente.

  • Refrigerador utilizado em demasia

Instrua o usuário para evitar a abertura da porta com muita frequência.

  • Encharcamento do isolamento (lã de vidro)

Localize o ponto de passagem da umidade e corrija.

  • Deterioração ou falta de isolamento térmico

Localize e substitua ou complete o isolamento térmico.

  • Excesso de carga de fluido refrigerante no refrigerador

Verifique se há sudação na linha de retorno do refrigerador. Se houver, coloque a carga de fluido refrigerante correta, de preferência utilizando uma balança de precisão.

  • Falta de fluido refrigerante

Geralmente se forma uma camada irregular de gelo no evaporador. Coloque uma nova carga de fluido refrigerante.

  • Compressor inadequado ao sistema

Consulte a tabela de aplicação de compressores Embraco. Troque pelo modelo adequado.

  • Compressor com baixa capacidade

Esse é um defeito raro, contudo pode ter ocorrido um problema. Repasse as outras possíveis causas de defeitos em compressores. Não sendo nenhuma deles, troque por um compressor adequado.

Fonte: Clube da Refrigeração – Embraco

Além de proporcionar redução de custos, existem benefícios em termos de imagem, que contribuem para a sua diferenciação no mercado.

Adotar práticas sustentáveis é bom para o planeta, mas também traz vantagens para profissionais e empresas: reduzir custos, melhorar a sua imagem e atrair mais clientes.

No dia a dia do refrigerista, há inúmeras oportunidades para isso. Por exemplo: no uso de materiais, nos cuidados com o descarte dos fluidos refrigerantes, na eliminação de vazamentos  e em muitas outras ações e posturas. 

Porém, há diversas outras possibilidades para usar de maneira mais eficiente os recursos e eliminar desperdícios, seja na oficina, loja ou residência.  Veja a seguir algumas dicas relacionadas ao uso de energia elétrica:

  • Prefira sempre a iluminação natural. Deixe a luz do sol entrar;
  • Pinte as paredes com cores claras. Além de melhorar a luminosidade, deixam o ambiente mais fresco, evitando gastos com ar condicionado;
  • Compre e utilize equipamentos que consumam menos energia;
  • Desligue o monitor do computador quando não estiver usando;
  • Troque lâmpadas comuns por lâmpadas fluorescentes ou de LED.

Com medidas simples, também é possível obter economias significativas no consumo de água:

  •  Fique atento a vazamentos de água e conserte-os rapidamente;
  • Instale torneiras de baixo consumo de água, como as automáticas, ou use arejadores para reduzir a vazão;
  • Troque descargas com válvulas por modelos com caixa acoplada;
  • Varra pisos e calçadas, em lugar de lavá-los com a mangueira;
  • Reutilize a água sempre que possível.

Diversas outras práticas ligadas ao transporte e à economia de combustível podem ser pesquisadas por você, como organizar um roteiro de entregas, por exemplo, ou fazer reuniões via internet. O mesmo vale para o uso e a reciclagem de materiais. Tudo isso diminui gastos e evita desperdícios, o que se reflete diretamente em melhores resultados para o seu negócio. A sustentabilidade pode e deve estar associada ao aumento da rentabilidade!

Fonte: Clube da Refrigeração