Cálculo de BTU = Potência do aparelho

O BTU é um sistema britânico de medição de potência de climatização. É uma medida que tem a ver com a capacidade que um aparelho de ar condicionado tem para resfriar ou para aquecer um ambiente.

Ou seja, o cálculo de BTU é válido tanto para a função Frio quanto para a função Quente. Do ponto de vista da potência, não há diferença. O esforço feito pelo motor do ar-condicionado é para alcançar as configurações de temperatura determinadas pelo usuário.

Pense assim: se você precisa mudar a temperatura do seu cômodo de X para Y, os esforço do compressor, da condensadora, da evaporadora e demais partes do equipamento, será o mesmo. Levando-se em conta, claro, condições similares. E aqui, então, cabe fazer uma observação.

Condições diferentes

Só porque o cálculo de BTU tem a ver com a potência e não com a função a ser executada pelo ar-condicionado, isso não quer dizer que um determinado ambiente vai ser bem atendido no frio e no calor pelo mesmos número de BTU.

Ar-condicionado no modo Frio

O que isso quer dizer? Bom, quer dizer que é preciso levar em conta fatores que interferem no resfriamento e no aquecimento. Por exemplo, para a potência de resfriamento você precisa levar em conta:

  • Portas e janelas
  • Incidência do sol
  • Trânsito de pessoas
  • Quantidade de equipamentos eletrônicos
  • Temperaturas locais
  • Formato do ambiente

Acesse aqui a Calculadora de BTU e descubra a potência ideal para o seu ambiente

Ar-condicionado no modo Quente

Enquanto isso, para o aquecimento, você levaria em conta, além desses itens acima, o seguinte:

  • Entradas e saídas de ar
  • Quantidade de pessoas
  • Material de que é feito o ambiente

São alguns exemplos do que poderia ser considerado. Ainda mais tendo em vista que o frio pode ser sugerido facilmente pela impressão que o ambiente passa para as pessoas.

Uma simples corrente de ar pode causar calafrios e fazer o corpo baixar a temperatura.

 

Fonte: web ar-condicionado

 

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Muito utilizados para climatizar o ambiente, o aparelho de ar condicionado e a lareira servem como meios para adequar a temperatura de acordo com a necessidade dos usuários. Em dias de calor intenso, o ar-condicionado é uma grande alternativa para refrigerar o ar, deixando-o mais agradável e melhorando o bem estar das pessoas que o frequentam.

Por outro lado, as lareiras tornam-se uma ótima solução para aquecer a casa durante as baixas temperaturas registradas no ápice do inverno. As chamas provocam calor e deixam o ambiente mais aconchegante. Claro que existem os equipamentos de Ciclo Reverso que também fazem o aquecimento, mas tem outro charme numa lareira, não é mesmo?

Porém, apesar de possuírem funções semelhantes (climatizar o ambiente), você sabe por que o aparelho de ar é instalado no alto e a lareira localiza-se embaixo?

As diferenças do aquecimento da lareira e do ar-condicionado

Quando falamos de esfriar ou esquentar, é que encontramos a diferença: se dá pelo fato de o ar-condicionado refrigerar e a lareira aquecer que o posicionamento de cada um pode ser explicado. O funcionamento do aparelho de ar condicionado se baseia na retirada de ar quente do ambiente e devolução de ar frio para o mesmo.

Isso ocorre baseado na forma de transferência de calor, denominada de convecção. Esse é um processo de troca de calor que acontece através das correntes de convecção. É devido a essas correntes que o ar do meio, onde está localizado o condicionador de ar, fica bem agradável.

Por que o ar-condicionado fica em cima?

É o mesmo caso do congelador, que fica localizado na parte superior da geladeira. A resposta para essa pergunta é simples. Como dito anteriormente, o ar-condicionado refrigera o ar através das correntes de convecção que ocorrem quando ele é ligado. Essas correntes acontecem em razão das diferenças de densidade do ar frio e do ar quente.

O ar quente sendo menos denso sobe, em contrapartida, o ar frio (mais denso) desce, formando as correntes de convecção. Por esse motivo é que o ar condicionado é colocado na parte superior do ambiente e o mesmo acontece na geladeira, garantindo assim a refrigeração dos alimentos que se encontra em seu interior.

E se o ar-condicionado estiver ligado no quente?

Ainda vale a regra, pois o posicionamento do aparelho tem que favorecer ambas as suas funções. E ainda que o ar quente suba, uma hora, sua densidade será tanta no cômodo, que ela serrá empurrada para baixo, além, é claro, dos direcionadores da evaporadora, que ajudam nisso.

E como funciona isso na lareira?

Já com a lareira acontece justamente o processo inverso, pois o ar quente produzido sobe exalando calor naturalmente. É por esse motivo que ela deve ser colocada em posição inferior, já que a sensação térmica pode ser sentida pelo fato de a corrente de calor ser direcionada para o alto.

Dessa maneira, o fato de o ar-condicionado ficar em cima e a lareira estar sempre embaixo pode ser justificado pela direção da corrente de ar produzida por ambos.

 

 

Fonte: https://www.webarcondicionado.com.br/

 

A JetFrio Litoral iniciou uma série de palestras em 2019, para seus clientes da área técnica, empresários e profissionais que estão iniciando no ramo da refrigeração.

No dia 25/07/2019 os profissionais da Jetfrio assistiram a palestra ministrada pela Xsense apresentando o sistema de monitoramento de cadeia fria.

Mecânicos de refrigeração residencial devem se manter atualizados para trabalhar com fluido refrigerante inflamável.

 

 

Em se tratando de fluidos refrigerantes, o mercado de refrigeração residencial está num momento de transição. Passamos por isso nos anos 2000, quando fabricantes de refrigeradores deixaram de utilizar o clorofluorcarbono (CFC) R-12 e começaram a fabricar seus equipamentos com o hidrofluorcarbono (HFC) R-134a. Da mesma forma, nesta última década, a indústria de climatização está deixando de fabricar equipamentos com o hidroclorofluorcarbono (HCFC) R-22 e aderindo ao HFC R-410A.

O fato é que toda mudança exige um período de adaptação e, consequentemente, atualização profissional, seja por meio de cursos, palestras ou treinamentos técnicos. O que vem acontecendo com o mecânico da linha doméstica é que, quando ele se depara com o isobutano (R-600a), logo quer tirar esse hidrocarboneto (HC) altamente inflamável (A3) e colocar no sistema de refrigeração o bom e velho R-134a. E isso é extremamente errado.

O projeto do refrigerador e compressor foi baseado nas características do R-600a, inclusive o limite de temperatura de evaporação e condensação, que chamamos tecnicamente de envelope do compressor. A densidade, o volume específico e o ponto crítico são levados em consideração num projeto de desenvolvimento e ainda demora anos para se alcançar o resultado esperado.

Aí o mecânico desatualizado e que nem imagina o que são boas práticas aplica a carga de gás refrigerante por pressão com o R-134a (que já não pode) e acaba ocasionando um baixo rendimento do sistema. E aí começam aparecer avarias que não existiam no refrigerador original com R-600a.

Baseadas nessa constatação, aqui vão quatro dicas técnicas que irão auxiliar o refrigerista a conhecer melhor esse fluido refrigerante:

1 – O R-600a é mais denso que o ar que respiramos. Portanto, se houver vazamento, ele tende a ficar próximo à região do compressor e, se tiver uma pequena faísca, ele pega fogo. Por isso, ventile bem o local onde constatou-se vazamento para se trabalhar com segurança.

2 – A pressão de trabalho do R-600a em refrigeradores será abaixo da pressão atmosférica, ou seja, o refrigerador trabalhará em vácuo para atingir uma temperatura de evaporação média de -28 °C. Mas cuidado, a quantidade de R-600a menor que a original também faz o refrigerador trabalhar em vácuo, mas perde rendimento enorme.

3 – A quantidade de R-600a em gramas é pequena. Utilize uma balança de precisão de baixo custo e você consegue manter o rendimento idêntico ao do fabricante.

4 – Sites dos fabricantes, cursos, palestras e videoaulas na internet são a melhor opção para se manter atualizado.

Fonte: https://blogdofrio.com.br/manuseio-e-utilizacao-de-r-600a-exigem-atualizacao-profissional/

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