O compressor é o coração do ar condicionado, sendo responsável pelo controle da pressão e circulação do gás. Quando ele começa a não funcionar bem, o diagnóstico tende a ser mais complicado por ficar localizado dentro da condensadora. Afinal, quem nunca ouviu “meu ar não está gelando”?
É por isso que nós vamos te ajudar a descobrir se é o compressor que está funcionando mal nessa situação. Confira!
No que um compressor ruim pode resultar?
Quando esse item está com defeito pode fazer com que a evaporadora comece a jogar ar quente ao invés de frio, já que não está trabalhando corretamente.
Além disso, um outro grande problema é que, com o ar funcionando mal, a conta de luz tende a aumentar.

Principais sinais de defeito:
O ar parou de gelar o ambiente;
Ar condicionando jogando ar quente, ao invés de frio;
Conta de luz mais alta que o normal;
Condensadora fazendo mais barulho que o habitual;

Como detectar o problema?
Para ter certeza de que o problema é no compressor, é preciso realizar algumas procedimentos.
O primeiro deles é a verificação da capacitância, que não pode estar abaixo do normal. Além disso, é essencial realizar os testes básicos de corrente e tensão, com o auxílio do multímetro ou alicate amperímetro.
Se você detectar que a capacitância está normalizada, mas a tensão menor do que o padrão e a corrente maior que a nominal, então o problema é no compressor do aparelho.
Um dos problemas que podem ser facilmente confundidos com defeito no compressor é a falta, ou até o excesso, de gás refrigerante. Essa adversidade pode até acarretar problemas mais graves no compressor caso não seja solucionado rapidamente.
Está precisando de trocar o seu compressor? Então faça sua cotação conosco!

 

 

 

Mobilização de metalúrgicos em frente à fábrica da Tecumseh, em São Carlos (SP) | Foto: Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos

 

 

Mais de 100 trabalhadores da Tecumseh em São Carlos (SP) foram demitidos na última quinta-feira (18). Os desligamentos ocorreram em virtude da grave crise econômica deflagrada pela covid-19, informou a indústria de compressores.
A empresa disse, em nota, que desde o início da pandemia “tem aplicado diversas medidas de flexibilização e redução de seus custos operacionais, tais como suspensão de contratos de trabalho (lay-off), redução de jornada e férias”.
“Ainda assim, tais ações não foram suficientes para o enfrentamento da crise em andamento e se fez necessária ação adicional que levou a redução da sua força de trabalho”, justificou.
Em nota, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté repudiou a decisão e criticou a ausência de diálogo por parte da companhia.
Na manhã de sexta-feira (19), a entidade realizou assembleia de protesto na entrada de uma das fábricas da Tecumseh.
Na ocasião, os metalúrgicos aprovaram parar a produção, caso ocorram novas demissões em massa sem negociação prévia com o sindicato da categoria.

Fonte: Blog do Frio

Segundo o fabricante, produtos facilitam conversão de quartos convencionais em quartos de isolamento para pacientes com doenças transmitidas por aerossóis

 

As Indústrias Tosi acabam de lançar no mercado de climatização uma caixa de ventilação para forro e outra de exaustão portátil destinadas a ambientes hospitalares – CVHTF e CEHTP, respectivamente.

Segundo o fabricante, elas servem para facilitar a conversão de quartos convencionais em quartos de isolamento para pacientes contaminados por doenças transmitidas por aerossóis, caso da covid-19, infecção respiratória causada pelo novo agente do coronavírus (Sars-CoV-2).

De acordo com a Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (Ashrae), embora a covid-19 não seja reconhecida como um doença infecciosa transmitida pelo ar, esse mecanismo de transmissão não pode ser ignorado.

No recém-lançado Documento de Posição da Ashrae sobre Aerossóis Infecciosos a entidade técnica global diz que “a transmissão do Sars-CoV-2 pelo ar é suficientemente provável para que a exposição aérea ao vírus seja controlada”, ressaltando que alterações nas operações prediais, incluindo a operação de sistemas de climatização, podem mitigar esse risco.

“A ventilação e a filtragem fornecidas pelos sistemas de ar condicionado podem reduzir a concentração de Sars-CoV-2 no ar e, consequentemente, o risco de transmissão aérea”, afirma.

 

 

Fonte: Revista do Frio

Setores como o de saúde e o varejo de alimentos perecíveis não funcionariam sem o suporte de profissionais de refrigeração e ar condicionado durante pandemia.

 

Assim como outros setores da economia, a indústria de aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração (HVAC-R, na sigla em inglês) foi fortemente abalada pela mais grave crise sanitária da história contemporânea.
De maneira geral, fabricantes, distribuidores e prestadores de serviços técnicos estão sofrendo muito por causa das paralisações das atividades consideradas não essenciais.
Ao mesmo tempo, porém, a pandemia da covid-19 tem reforçado a importância dos profissionais do ramo para a preservação da saúde e qualidade de vida da população.
“Engenheiros e técnicos devidamente qualificados são, em todos os sentidos da palavra, imprescindíveis para a sociedade”, ressalta o gerente de marketing e desenvolvimento de negócios da Chemours na América Latina, Arthur Ngai.
“Ventilação e filtragem de ar adequadas asseguram a boa qualidade do ar interno (QAI) nas edificações de uso público e privado, o que é crucial no combate ao surto da doença respiratória potencialmente fatal causada pelo novo agente do coronavírus (Sars-CoV-2)”, argumenta.
“Por outro lado, essa indústria desempenha um papel fundamental na cadeia de distribuição de produtos alimentícios e farmacêuticos refrigerados”, acrescenta.
“Mais do que nunca”, prossegue o engenheiro químico, “é vital que os sistemas de climatização e refrigeração instalados em nossas casas, hospitais, laboratórios, bancos de sangue, data centers e plantas de produção e distribuição de alimentos, vacinas e medicamentos sejam mantidos e operados de forma correta”.
“Nestes tempos difíceis, os refrigeristas de todo o mundo têm trabalhado arduamente para manter chillers, túneis de congelamento, câmaras frigoríficas, refrigeradores e demais equipamentos do gênero operando plenamente em fábricas, instalações hospitalares, supermercados e outros empreendimentos classificados como essenciais”, afirma.
“Afinal de contas, quando um equipamento de refrigeração ou climatização falha, os técnicos de serviços precisam consertá-lo ou substituí-lo o mais rápido possível, principalmente agora”, exemplifica.

Trabalho seguro em campo

Com o objetivo de reduzir a exposição de seus colaboradores a situações de risco em relação ao coronavírus, a Trane é uma das companhias do segmento de climatização que tomou, recentemente, medidas de segurança para proteger suas equipes de técnicos e instaladores.
Em linha com esse compromisso, foram adotadas práticas de trabalho seguro em campo, que seguem as recomendações das autoridades de saúde, incluindo procedimentos mais rigorosos de limpeza e distanciamento, autoavaliação e contato virtual com o cliente.
“Estamos atendendo apenas os serviços essenciais, como postos de saúde, hospitais e ambientes controlados que necessitam de ar condicionado”, revela o diretor de serviços da empresa, Matheus Lemes.
Em atendimentos com dois ou mais técnicos, o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) – incluindo máscara, macacão com fechamento facial, óculos de proteção e luvas – é exigido em todos os momentos. O técnico Waldyr Neto afirma que os cuidados começam antes mesmo do trabalho.
“Agora, nos avaliamos em casa para saber se temos algum sintoma. O cuidado maior é com a saúde do próximo. Temos de responder a um pequeno questionário e, caso apresentemos algum sintoma suspeito, reportamos para a empresa”, informa.
“Como o nosso atendimento no momento é focado para os serviços vitais, os protocolos e recomendações de higiene têm de ser seguidos à risca. Enviamos para toda a equipe técnica um roteiro de procedimentos a serem realizados diariamente”, explica a coordenadora de saúde, segurança e bem-estar da Trane, Vivian Menegoli.
As principais rotinas a serem observadas pelos técnicos são:
• Evitar ao máximo compartilhar ferramentas de trabalho com os colegas. Caso seja necessário, no mínimo, utilizar luvas butílicas ou de látex para manuseio.
• Limpar as ferramentas antes do início do trabalho e no final do dia. Se o trabalho for em localidades diferentes, limpar ao início de nova atividade em cada local.
• Todos os eletrônicos pessoais dos técnicos e partes dos veículos que recebem contato, como volante, câmbio e maçaneta, devem ser higienizados frequentemente com álcool 70%.
• O colaborador deverá retirar os EPIs após o término das atividades e deverá higienizá-los e ou descartá-los.
• A lavagem de uniforme deve ser feita diariamente, em separado das demais roupas. O colaborador deve retirar a roupa assim que entrar em sua residência.
• Manter distanciamento de no mínimo dois metros de exaustores/saídas de ar.

Na semana do meio ambiente, associação do setor de refrigeração alerta para importância dos cuidados na instalação e manutenção de equipamentos

 

Nos últimos anos, o processo de substituição de fluidos refrigerantes nocivos ao meio ambiente por outros que não agridem a camada de ozônio tem sido intensa. As ações fazem parte da implementação do Protocolo de Montreal no Brasil, na qual os países se comprometeram a eliminar o uso de fluidos nocivos ao meio ambiente.

“É fundamental um cuidado à parte com os fluidos de R410, especialmente no manuseio e transporte. O trabalho adequado com os fluidos refrigerantes é fundamental para o meio ambiente”, explica o empresário, Adão Webber Lumertz, diretor da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação.

O Plano Nacional de Eliminação de CFCs (PNC), contempla um conjunto de ações para alcançar a eliminação do consumo de CFCs e o gerenciamento de seu passivo nos equipamentos existentes. O PNC é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA e implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD.

O recolhimento, a reciclagem e a regeneração de fluidos refigerantes fazem parte do trabalho brasileiro para eliminação e gerenciamento de passivo de SDOs. Essas ações englobam iniciativas para recolher, armazenar, transportar, tratar e reutilizar fluidos refrigerantes de maneira ambientalmente correta e segura. Em Porto Alegre, opera um centro de regeneração de fluidos refrigerantes localizado na Avenida A. J. Renner, 595 (Regentech Regeneradora de Gases).

Os materiais são divididos por classes: entre os que destroem a camada de ozônio e provocam o efeito estufa estão os modelos de CFC-Clorofluorcarbono (R-11, R12 e R-502) e de HCFC-Hidroclorofluorcarbono (R-22, R141b e R401a). Os chamados HFC-Hidrofluorcarbono (R134a, R-407a e R410a) não destroem a camada de ozônio, mas causam efeito estufa e também estão sendo substituídos. Por fim, os HC-Hidrocarbonetos (R-290, R600a, R717 e R-744) são recomendados por não causarem danos ao meio ambiente.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido na conhecida Conferência de Estocolmo e passou a ser comemorado todo dia 05 de junho.

O professor de engenharia civil e ambiental Herek Clack (à esquerda) e membros de sua equipe testando reator de plasma em fazenda de porcos; a dúvida agora é se a tecnologia pode ser usada no combate ao novo coronavírus | Foto: Robert Coelius/Universidade de Michigan

 

Um estudo liderado pelo professor Herek Clack, do departamento de engenharia civil e ambiental da Universidade de Michigan, nos EUA, comprovou, há pouco mais de um ano, a eficácia do plasma não térmico na inativação de vírus transportados pelo ar.

Sua equipe demonstrou como essa técnica de descontaminação do ar funciona contra o MS2, um patógeno que infecta bactérias e é conhecido por ser particularmente difícil de inativar.

Em um segundo estudo, Clack provou que o plasma não térmico também poderia inativar o vírus da síndrome reprodutiva e respiratória porcina (PRRSv), que afeta os porcos.

Agora, muitos curiosos estão entrando em contato com cientista para perguntar se esse gás especial, também conhecido como plasma frio ou NTP, poderia inativar o Sars-CoV-2, a nova cepa do coronavírus.
Especificamente, muitos querem saber se o plasma pode neutralizar o coronavírus nos sistemas de ar condicionado, segundo reportagem publicada no site da IEEE Spectrum, revista do conceituado Instituto Internacional de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos.

O plasma é um estado da matéria em que níveis de energia suficientemente altos fazem com que os elétrons sejam eliminados de suas órbitas e entrem em um estado livre. Naturalmente, esses elétrons radicais podem ser prejudiciais ao DNA e ao RNA dos vírus.

Em função das temperaturas relativas dos elétrons, íons e partículas neutras, os plasmas são classificados como térmicos ou não térmicos.
Plasmas térmicos possuem elétrons e partículas pesadas à mesma temperatura, isto é, eles estão em equilíbrio térmico entre si.  Plasmas não térmicos, por outro lado, possuem íons e átomos neutros a uma temperatura muito menor (normalmente temperatura ambiente), enquanto os elétrons são muito mais “quentes”.

 

 

Fonte: Blog do Frio

Sistema de água gelada | Foto: Shutterstock Proliferação de micro-organismos em sistemas de ar condicionado parados representa risco adicional à covid-19, alerta engenheiro | Foto: Shutterstock

 

Mesmo em hibernação ou funcionando parcialmente em função da pandemia de covid-19, os sistemas hidrônicos de climatização e refrigeração, assim como outras instalações hidráulicas prediais, exigem manutenção preventiva, a fim de evitar, especialmente, a proliferação de micro-organismos em suas tubulações.

Embora importante para a saúde das pessoas, principalmente as que trabalham em edifícios corporativos, fábricas, shoppings, escolas e universidades, o tema não tem recebido a merecida atenção de autoridades, de parte dos profissionais do mercado do frio e da imprensa.

De outro lado, a longa parada dos equipamentos causada pelas medidas de quarentena, por exemplo, tem preocupado entidades, empresas especializadas e profissionais como o engenheiro químico Marcos Bensoussan, diretor da divisão águas da NSF International para América Latina.

O renomado especialista chama a atenção para o risco de formações microbiológicas e a consequente contaminação dos sistemas de ar condicionado central dos edifícios, especificamente pela bactéria Legionella pneumophila, levando ao adoecimento das pessoas quando houver o retorno ao trabalho após a quarentena.

Segundo ele, a presença desta e de outros tipos de bactérias se dá pelo pouco fluxo de água nos equipamentos hidráulicos, inclusive com a evaporação do cloro presente em águas paradas em torneiras, mangueiras, chuveiros, encanamentos, torres de resfriamento, entre outros locais.

As anomalias nessas instalações podem ser detectadas com a realização de testes da qualidade da água, por meio de laboratórios certificados e credenciados para esse tipo de serviço, informa Bensoussan.

 

Papel do gerenciamento do ar interior tornou-se fundamental para o sucesso dos esforços de prevenção da covid-19

 

A Associação Sul-Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav) divulgou hoje (7) um alerta para que as empresas, seja do comércio, indústria ou prestação de serviço estejam atentas a esse cuidado técnico no momento em que começam a ser retomadas as atividades em muitos locais.

O isolamento social, que tem obrigado muitos estabelecimentos a permanecerem fechados por tão longo tempo, fez com que não houvesse uso dos sistemas de ventilação e climatização. “Na retomada das atividades econômicas faz-se necessário que os ambientes ocupados, bem como os sistemas de ventilação e climatização sejam desinfectados e que passem por manutenção rigorosa antes de entrarem em operação”, diz a entidade.

O tema vem sendo tratado pela entidade junto ao Conselho Nacional de Climatização e Refrigeração (CNCR) formado por 14 entidades e obteve o aval Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Os sistemas de ventilação, filtragem e distribuição de ar e tecnologias de desinfecção têm até mesmo o potencial de limitar a transmissão de patógenos pelo ar e, assim, quebrar a cadeia de infecção, desde que tenha adequado plano de manutenção, operação e controle (PMOC)”, ressalta a Asbrav.

“Para tanto, existe uma lei federal, 13.589/10 e normas técnicas nacionais e internacionais. A ventilação e a filtragem, fornecidas pelos sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado, podem reduzir a concentração de SARS-CoV-2 no ar e, portanto, a risco de transmissão”, acrescenta.

 

 

Fonte: Revista do Frio

Condicionador de ar split Fabricantes e institutos de pesquisa de vários países vêm testando uma vasta lista de misturas emergentes alternativas ao fluido refrigerante R-410A no mercado de climatização | Foto: Shutterstock

 

A disputa entre os fluidos refrigerantes de menor potencial de aquecimento global (GWP, na sigla em inglês) que substituirão o R-410A no mercado de condicionadores de ar estacionários segue acirrada mundo afora.
Devido ao fato de ser inofensiva à camada de ozônio, essa mistura à base de hidrofluorcarbonos (HFCs) passou a ser amplamente utilizada, a partir dos anos 1990, em sistemas de ar condicionado e bombas de calor.
Particularmente, o R-410A foi desenvolvido para substituir o hidroclorofluorcarbono (HCFC) R-22 em novos sistemas de climatização. Por isso, os aparelhos com R-410A são facilmente encontrados em qualquer loja hoje em dia.
No entanto, em função das diretrizes de sustentabilidade da Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal e a consequente regulação do consumo de gases com potencial de contribuição para o efeito estufa, as empresas já vêm estudando alternativas ao R-410A e desenvolvendo projetos de equipamentos mais eficientes, visando atender o cronograma de redução previsto no acordo e as políticas nacionais definidas por seus signatários.
Países desenvolvidos, como os da Europa, já estabeleceram um calendário de redução de consumo de gases de alto efeito estufa na indústria, enquanto os países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, ainda discutem a implantação de medidas semelhantes, o que deixa espaço para a permanência do R-410A nesses mercados.
Atualmente, fabricantes e institutos de pesquisa de vários países vêm testando uma vasta lista de misturas emergentes alternativas ao R-410A, como o R-444B, R-446A, R-447A, R-447B, R-452B, R-454A, R-454B, R-455A, R-459A e R-511A.
Todas essas opções são potencialmente viáveis para uso em muitos tipos de sistemas de climatização, conforme salienta o Relatório com Informações sobre Tecnologias/Equipamentos de Baixo GWP para Ar Condicionado Residencial, do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH).
Nos EUA, nove marcas de condicionadores de ar já anunciaram a adoção do R-454B como solução de longo prazo para seus equipamentos.
Entre elas está a Carrier, que utilizará o novo fluido refrigerante em condicionadores de ar residenciais e comerciais leves vendidos na América do Norte a partir de 2023.
A Johnson Controls também anunciou a adoção dessa solução para sua plataforma de chillers scroll York YLAA distribuídos na Europa, com capacidade entre 190 kW e 530 kW.
Comercializada pela Chemours sob a marca Opteon XL41, essa mistura levemente inflamável (A2L) à base de hidrofluorolefina (HFO) oferece o equilíbrio ideal de propriedades termofísicas para substituir o R-410A em aplicações com deslocamento positivo, condicionamento de ar com expansão direta, bombas de calor e chillers, conforme ressalta o fabricante.
A indústria química americana revela ainda que o novo membro da sua linha de HFOs foi especialmente concebido para permitir que as fábricas o adotem sem exigir grandes modificações nos projetos de seus ares-condicionados, sendo o único fluorproduto do mercado com um GWP abaixo de 500 que possui propriedades e desempenho similares aos do R-410A.
De acordo com o Quinto Relatório de Avaliação (AR5) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o GWP do R-454B é 78% menor que o do R-410A e 31% menor que o do R-32, cujo uso como substituto do R-410A tende a ficar restrito no médio prazo, devido a seu GWP de 677.
Segundo a Chemours, o Opteon XL41 oferece capacidade de refrigeração semelhante à do R-410A com eficiência energética aprimorada (até 5%, dependendo do projeto e das condições do sistema), e suas temperaturas de descarga são muito mais próximas das do R-410A que as do R-32.
“Temos visto um aumento acentuado do interesse do setor pelo Opteon XL41, porque ele é uma solução de longo prazo em face dos requisitos regulatórios existentes e futuros relacionados à redução de HFCs [de alto GWP]”, diz a gerente de marketing de fluorquímicos da Chemours no mercado norte-americano, Allison Skidd.
Para o vice-presidente global da área, Diego Boeri, o produto “é um excelente exemplo de como o nosso portfólio Opteon traz valor aos nossos clientes e ao mercado”.

Fabricado no Brasil, novidade traz melhorias, como válvula de expansão eletrônica, controladores da Johnson Controls e reforços estruturais para aumentar a robustez

A Johnson Controls – Hitachi uniu a confiabilidade da linha Samurai e a eletrônica embarcada da Johnson Controls para aplicar melhorias no chiller parafuso com condensação a ar New Samurai. Fabricado no Brasil e indicado para aplicação de climatização de conforto em escritório, varejo, hotel, hospital, escola e universidade, e em climatização de processo em fábricas e data center, o chiller New Samurai é projetado para atender as condições de teste e funcionamento da AHRI 550/590 standard.

Com capacidades de 50 a 280 TR, o novo chiller parafuso de condensação a ar da Johnson Controls – Hitachi traz outras melhorias, como válvula de expansão eletrônica e reforços estruturais para aumentar a robustez. “O desenvolvimento do New Samurai foi uma conciliação na busca por adequação do produto às novas normas introduzidas neste mercado de equipamentos. Aproveitamos e incluímos controles de última geração da Johnson Controls”, explica Gerson Robaina, gerente de marketing e planejamento estratégico.

A válvula de expansão eletrônica com controle de superaquecimento, o PID integrado e a elevada taxa de transferência de calor aumentam a performance do New Samurai. O lançamento da Johnson Controls – Hitachi tem chassi com reforços estruturais e modelo de hélice dos ventiladores mais resistente e silencioso. O novo chiller vem com controladores com protocolos de comunicação Modbus-RTU e BACnet-MSTP nativos. Apresenta controle com IHM de 7″ touch screen e layout colorido.

Testado 100% em fábrica e adequado às normas NR 10 e NR 13, o New Samurai vem com carga completa de fluido refrigerante R-407C e carga de óleo. O novo chiller da Johnson Controls – Hitachi tem ainda opcionais para ambientes agressivos.

Fonte: Revista do Frio