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As unidades condensadoras garantem praticidade, principalmente para instalações comerciais e industriais. Além de serem versáteis, elas proporcionam segurança e um excelente desempenho.

O que é uma unidade condensadora?

Uma unidade condensadora é um conjunto de componentes, responsável por comprimir e resfriar o fluido refrigerante, realizando a troca de calor e promovendo a refrigeração da unidade interna. A unidade condensadora é montada no lado de alta pressão do sistema e é composta pelo compressor, condensador e ventilador, que estão interligados. Uma unidade pode conter itens extras, como tanque de líquido, filtro secador, válvula de serviço, grade de proteção e bandeja de evaporação. Pronta para fácil aplicação, a unidade condensadora reduz o tempo de instalação e os custos com manutenção de sistemas de refrigeração. Ela proporciona flexibilidade e alto desempenho, características necessárias em projetos de refrigeração.

Aplicações de uma unidade condensadora

Existem diferentes modelos de unidades condensadoras, com tamanhos diversos. Indicadas para alta, média e baixa temperatura de evaporação, elas vão desde pequena aplicação, que pode ser utilizada em uma residência, por exemplo, até de grande escala, indicada para indústrias e fábricas. As aplicações mais comuns são: câmaras frigoríficas, balcões expositores, bebedouros, refrigeradores comerciais, hospitais e restaurantes.

Onde e como instalar a unidade condensadora?

A unidade condensadora fica separada do gabinete refrigerado em sistemas de refrigeração. Para condicionamento de ar, pode ficar do lado de fora da sala, onde recebe o auxílio da ventilação externa para resfriar o fluido refrigerante que passa pelo interior do sistema. Além disso, no ambiente externo os ruídos da unidade são isolados, sendo minimamente percebidos pelos ocupantes do meio interno. Ao fazer a instalação, o refrigerista deve estar atento para alguns cuidados:

  •  A unidade condensadora deve ser instalada em um ambiente ventilado permitindo a entrada de ar fresco para o condensador. Por isso, evite locais enclausurados, próximo a paredes, fontes de calor ou de outros sistemas.
  •  Caso seja instalada em um ambiente fechado, garanta que a unidade condensadora irá receber ar fresco na entrada do condensador e terá a saída de ar quente livre.
  • Evite também locais com alta incidência de raios solares, poeira, chuvas e fortes correntes de ar, que podem influenciar no bom funcionamento do equipamento.
  • Escolha uma superfície firme e resistente para instalar a unidade, evitando locais irregulares, desnivelados ou superfícies macias.
  • A unidade condensadora não deve estar distante da parte fria do ciclo (evaporador), para que não haja uma perda de pressão na tubulação e, consequentemente, perda de eficiência. Além disso, em tubulações que estão muito longe do sistema, pode ocorrer um acúmulo e retenção do óleo, o que pode danificar o compressor. Por isso, o indicado é uma tubulação o mais simples e curta possível.
  • Evite colocar a unidade condensadora muito acima ou muito abaixo do nível do evaporador.
Fonte: Clube da Refrigeração

Nas redes sociais, em grupos de refrigeristas, tem sido comum encontrar postagens defendendo o uso de gasolina, thinner, diversos tipos de álcool (isopropílico, metílico e outros), acetona e até óleo de cozinha para limpar tubulações em equipamentos de refrigeração. Normalmente, o problema relacionado à utilização dessas substâncias é o entupimento do tubo capilar.

Vamos deixar claro aqui que o uso dessas substâncias não é recomendado. Elas podem reagir com elementos como o óleo, o fluido refrigerante, as borrachas, os metais e outros materiais presentes no refrigerador, provocando sérios problemas.

Essa solução improvisada pode até inutilizar o compressor, além de provocar outros danos (incluindo a corrosão da própria tubulação).  Portanto, bons profissionais não recorrem a essas substâncias.

É preciso lembrar, por exemplo, que o álcool – que também está presente na gasolina – contém alto grau de umidade. O filtro secador em geral retém essa umidade, mas já terá de ser trocado. Além disso, possui acidez muito alta, podendo causar reações químicas altamente nocivas aos componentes.

No que se refere especificamente aos problemas provocados pelo entupimento do tubo capilar por gelo, a causa é a umidade. Porém, não adianta usar álcool e outras substâncias anticongelantes: elas não têm o poder de neutralizar os efeitos da umidade, evitando somente a obstrução do tubo capilar com gelo, porque baixam a temperatura de congelamento da umidade (água). Em relação a esse aspecto, é importante fazer um alerta adicional: o uso de substâncias anticongelantes não aprovadas leva à perda da garantia.

O fato é que um refrigerista experiente normalmente percebe um cheiro estranho, diferente do usual, quando foi usada uma das substâncias mencionadas no primeiro parágrafo. Nesse caso, o ideal é explicar ao cliente o que aconteceu, mostrando a ele como isso prejudica o sistema e provoca a perda de garantia. Pode-se também oferecer a solução para o problema, com uma boa limpeza.

A limpeza de tubulações recomendada pela Embraco deve ser feita com o uso do fluido refrigerante R141b, que funciona como um solvente, sem deixar resquícios nem causar danos. O problema é que esse fluido está sendo gradualmente retirado do mercado, pois é um HCFC. Já existem substitutos para ele no mercado, mas seu preço por quilo ainda é alto.

Deve ser destacado que, para qualquer outra substância ser aprovada pela Embraco para essa limpeza, ela deve passar por testes químicos em seus laboratórios.

Uma solução alternativa que funciona é passar uma carga de R134a para essa limpeza, ou uma carga de outro fluido refrigerante, desde que seja o mesmo utilizado no sistema.

Além do solvente a ser utilizado, é preciso saber como fazer essa limpeza. Mais abaixo, apresentamos um resumo dos seis procedimentos básicos que devem ser seguidos. Depois, é só fazer uma carga de nitrogênio para eliminar eventuais resíduos de solventes.

Vamos deixar claro aqui que o uso dessas substâncias não é recomendado. Elas podem reagir com elementos como o óleo, o fluido refrigerante, as borrachas, os metais e outros materiais presentes no refrigerador, provocando sérios problemas.

Essa solução improvisada pode até inutilizar o compressor, além de provocar outros danos (incluindo a corrosão da própria tubulação).  Portanto, bons profissionais não recorrem a essas substâncias.

É preciso lembrar, por exemplo, que o álcool – que também está presente na gasolina – contém alto grau de umidade. O filtro secador em geral retém essa umidade, mas já terá de ser trocado. Além disso, possui acidez muito alta, podendo causar reações químicas altamente nocivas aos componentes.

No que se refere especificamente aos problemas provocados pelo entupimento do tubo capilar por gelo, a causa é a umidade. Porém, não adianta usar álcool e outras substâncias anticongelantes: elas não têm o poder de neutralizar os efeitos da umidade, evitando somente a obstrução do tubo capilar com gelo, porque baixam a temperatura de congelamento da umidade (água). Em relação a esse aspecto, é importante fazer um alerta adicional: o uso de substâncias anticongelantes não aprovadas leva à perda da garantia.

O fato é que um refrigerista experiente normalmente percebe um cheiro estranho, diferente do usual, quando foi usada uma das substâncias mencionadas no primeiro parágrafo. Nesse caso, o ideal é explicar ao cliente o que aconteceu, mostrando a ele como isso prejudica o sistema e provoca a perda de garantia. Pode-se também oferecer a solução para o problema, com uma boa limpeza.

A limpeza de tubulações recomendada pela Embraco deve ser feita com o uso do fluido refrigerante R141b, que funciona como um solvente, sem deixar resquícios nem causar danos. O problema é que esse fluido está sendo gradualmente retirado do mercado, pois é um HCFC. Já existem substitutos para ele no mercado, mas seu preço por quilo ainda é alto.

Deve ser destacado que, para qualquer outra substância ser aprovada pela Embraco para essa limpeza, ela deve passar por testes químicos em seus laboratórios.

Uma solução alternativa que funciona é passar uma carga de R134a para essa limpeza, ou uma carga de outro fluido refrigerante, desde que seja o mesmo utilizado no sistema.

Além do solvente a ser utilizado, é preciso saber como fazer essa limpeza. Mais abaixo, apresentamos um resumo dos seis procedimentos básicos que devem ser seguidos. Depois, é só fazer uma carga de nitrogênio para eliminar eventuais resíduos de solventes.

Vácuo e limpeza

Um vácuo bem feito evita, em boa parte das vezes, a necessidade de limpeza. Esse processo deve ser feito sempre que houver a troca do compressor e quando for detectada a presença de umidade.

A orientação para um vácuo bem feito é utilizar uma bomba que atinja 500 micra, com uma capacidade de 3 CFMs ou mais. O processo deve ser feito tanto pelo lado de baixa pressão do sistema, conectado ao passador de processo, quanto pelo lado de alta pressão do sistema, no tubo extra do filtro secador. Para ter os melhores resultados, além das orientações acima, o vácuo deve ser mantido por 20 minutos após atingir o nível esperado.

1. Soldar o tubo conector na linha de conexão do sistema.

2. Carregar um cilindro com aproximadamente 500 ml de solvente ou agente de limpeza recomendado.

3. Acoplar o cilindro com solvente no conector da linha de sucção.

4. Acoplar um cilindro de nitrogênio (N2) no cilindro que contém o solvente, com ajuda do manifold, e colocar a ponta do capilar dentro de um recipiente para receber o solvente usado.

5. Liberar o nitrogênio a aproximadamente 50 PSI e abrir o registro do cilindro que está com o solvente.

6. Aguardar a saída do solvente pela tubulação até sair apenas o nitrogênio na ponta do capilar.

Fonte: Clube da Refrigeração – Embraco

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No dia 06/12/2018 tivemos uma palestra do fornecedor Emerson/Copeland

Palestra Emerson/Copeland – 06/12/2018

 

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